Crítica de Warcraft o primeiro encontro de dois mundos

Pra quem é fã do jogo, o filme Warcraft – O Primeiro Encontro entre Dois Mundos vai muito além do que os olhos podem ver, mas para quem é só um espectador de um bom filme de fantasia, essa foi uma boa maneira de introduzir uma nova franquia.

O filme conta a história de dois mundos que se enfrentam em batalha por território. De um lado, o mundo dos orcs que desejam dominar o mundo dos humanos após atravessar um portal tridimensional com ajuda de uma magia negra (bem, é verde) e do outro o mundo médio de humanos e outros seres que tentam proteger seus lares das invasões dos inimigos.


No meio da trama existem questões de liderança e jogo de poder que envolvem os personagens a conflitarem também entre si, como Durotan lado do líder dos orcs, que se rebela entre seu povo a fim de proteger o seu clã e Medivh, o guardião dos humanos, que se volta contra sua própria espécie sob a obsessão do poder.

Para quem não conhece o jogo, o filme consegue contar essa história de forma prática e até instigante. Assim como todo filme mitológico com ímpeto medieval, este filme traz um monte de nomes difíceis de lembrar, lugares para assimilar e tudo mais, no entanto, de forma mais clara, que deixa fluir o entendimento no decorrer do filme. Então, você não ficará perdido sem saber quem é Durotan, Medivh, Lothar, Garona entre outros.

Um dos principais pontos positivos do filme são os efeitos visuais. Ele é todo no mesmo esquema de Avatar, personagens trabalhados em computação gráfica a partir de pessoas reais. No entanto, tem cenas em que você vê que é totalmente criado em CGI, mas nada tão grotesco.


A parte de ação do filme deixa um pouco a desejar. Na hora das lutas dá pra perceber que é ensaiado. Em alguns momentos se justifica por causa da preocupação do diretor em deixar a computação gráfica mais perfeita. No caso de algumas cenas da Garona, deixou ela pesada e dura. Nada que incomode muito.

A emoção do filme sem dúvidas gira em torno do amor fraternal de Lothar e seu filho, e se expande ao amor proibido de Garona por ele. Mas também tem a questão do ódio e sede por vingança que dá para ver e crer nitidamente nos olhos azuis do ator Travis Fimmel.


O filme Warcraft sem dúvidas vai conseguir conquistar muitos públicos além dos fãs do jogo por que a construção da história e de todo o universo do filme foram bem feitas e consegue deixar um gostinho de querer mais nos próximos filmes que vierem pela frente, principalmente por que esse foi o primeiro encontro de dois mundos. (trocadilhos).

O que muitos acharão chato e que você pode até chamar isso de spoiler é o fato que Durotan morre, sua mulher Fiona Thrall morre, só fica o bebê deles que no final do filme é encontrado por outros humanos. Assim como a deixa para o próximo filme pode ser mal interpretada pelo fato de que Garona sai de ruim na história. Mas isso é questão para quem não prestar atenção no filme.

Nota: 8,1.

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