Bionic é um dos melhores álbuns da Christina Aguilera

Bionic (estilizado como •••{Bi~ΟΠ~iC}) é o sexto álbum de estúdio da cantora norte-americana Christina Aguilera. O álbum foi lançado dia 4 de Junho de 2010 na Alemanha, Austrália, nos Países Baixos e na Espanha, através da RCA Records e até hoje também é considerado como um dos injustiçados do pop por ter sido sobrenomeado de “flop”. Explicarei o por quê…

Depois de lançar sua compilação “Keeps Gettin’ Better: A Decade Of Hits” em 2008, Christina Aguilera trabalhou duro na produção e composição de “Bionic” para lançar um álbum poderoso. E ela conseguiu! Porém os planos de X-Tina desceram pelo ralo depois que rumores passaram a contar que supostamente boicotaram a diva com lançamentos de uma suposta cantora pop que começou a reproduzir o mesmo conceito que Christina propôs ao seu sexto álbum.

Por motivos que vão além da compreensão humana, essa suposta cantora conseguiu uma legião de fãs e vendeu muito, já Christina Aguilera, que nem divulgou muito o álbum vendeu pouco e “Bionic” foi tido como flop. Mas na verdade, esse álbum anda longe de ser considerado ruim…

Bionic traz um conceito pop eletrônico onde Christina Aguilera assume uma faceta futurística e over sensual como ela jamais havia sido e um lado mais intimista, nas músicas mais suaves e lentas. E Christina Aguilera como sempre, em ótimas performances vocais em estúdio.

“Bionic” é eletrizante, cibernética e muito pop, com arranjos de mix dances e vocais supersônicos da Christina. “Not Myself Tonight”, carro-chefe do álbum tem uma batida forte e bastante pop e quando se conhece o clipe, ela fica muito mais envolvente, assim como é a provocante “Woohoo” em parceria com a rapper Nicki Minaj. Esta música, em específico, teria sido um dos feats do século se elas tivessem registrado um clipe ou performance espetaculosa.

O álbum segue com “Elastic Love”, “Desnudate” e “Glam” como o dance mega eletrônico que incentiva qualquer um a se jogar na dance floor. “Prima Donna” é o pop pseudo-rockinho, na minha opinião, a melhor de Bionic.

Como Christina adora interludes em álbum, Bionic tem três: “Love&Glamour (intro)”, “Morning Dessert (intro)” e “My Heart (intro)”.

A parte mais clean do álbum inicia com “Lift Me Up”, onde Christina Aguilera coloca toda a sua emoção numa música super triste, assim como ela faz com “You Lost Me”. “All I Need” e “I Am” são doce e relaxante como um acordar pela manhã, encerrando esse período intimista.

Bionic volta a ferver com as últimas músicas. “I Hate Boys”, “My Girls” e “Vanity” são dançantes e picantes como a danada da X-tina. Na versão Deluxe do álbum, onde são acrescidas cinco faixas: “Monday Morning”, “Bobblehead”, “Birds Of Prey”, “Stronger Than Ever” e “I Am (Stripped)”. As duas primeiras dançantes, as seguintes indies e intimistas.

Christina Aguilera não pecou nas letras, na qualidade do som, na ideia e muito menos em sua própria performance vocal. Dizer que a culpa é de uma ou de outra também injustiça com a própria qualidade deste álbum. O problema dele foi algo pessoal na vida da cantora que a impediu de prosseguir e isso o injustiçou perante os melhores álbuns de divas do pop.

Mas enfim, saudosas congratulações a este álbum e a diva voz da geração.

Este post foi retirado do Tumblr: Albuns Of My Life. Conheça-o!
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