Encontro com Fátima Bernardes


Em uma de minhas várias tentativas de fazer blog, eu fiz um post carregado de opinião, análise crítica, até mesmo maldade em minhas palavras. Hoje quero retratar algumas coisas que eu disse.

O título desse post é "O Encontro com Fátima Bernardes não foi um dos melhores". Nele, eu faço uma análise do programa de Fátima Bernardes em sua estréia e primeiras semanas de atração, critico a produção, planejamento, diretoria e até mesmo a própria Fátima.

Naquela época eu tinha uma certeza: não gostei, uma causa: perda e tinha um objetivo: criticar. Mas hoje eu gostaria de fazer uma segunda observação sobre o programa e gostaria de compartilhar com você!

Quando estreou o programa, ele era sim, sem graça, sem vida, parecia ter sido feito às pressas... Mas devo justificar que como todo início nessa vida não é como a gente realmente espera, o mesmo aconteceu com o Encontro com Fátima Bernardes. Assim como o primeiro beijo, a primeira vez, os planos de gastar o primeiro salário, essas e outras coisas quase sempre não acontecem como esperamos, desejamos ou planejamos. 


Eu, como a mídia em geral, fomos severamente duros com o início do programa. Mas tinha de ser assim, por que o profissionalismo de Fátima Bernardes, a qualidade da técnica da emissora e o padrão Globo eram maiores do que um molde de programa americano. Essa cobrança extrema e rude tinham de ser aplicados para que o programa evoluísse com qualidade. E a patinho feio, voltasse a ser o cisne que sempre conhecemos.

Ao que se refere à inexistência de um propósito em colocar um talk-show na manhã do povo brasileiro, retiro o que disse. Foi preciso que o programa engajasse de verdade no horário, ganhasse o carisma do público para a tia Fatinha ganhasse a aceitação e todos pudessem se abrir para a proposta da atração, que é retratar os casos da vida, temas ligados ao cotidiano das pessoas e que possuem relevância social.

Em um momento do meu post eu sugiro até que o programa fosse lançado no horário do Zorra Total. Coitado de mim. Conhecendo Fátima Bernardes só pelo tempo em que o programa ficou no ar, dá para entender claramente que ela faz parte de toda essa engrenagem. Ela assume o papel de mãe, mulher, amiga, tia, avó, professora - personalidades que ligam-se diretamente ao seu público.


Talvez fosse até interessante ver Fátima Bernardes em um bate papo com a juventude de hoje. Mas essa experiência tem cara de que certamente constrangeria e colocaria em check a mulher do William Bonner a ter que se deparar com um perfil é mais "entendido" do que o tempo dela. E quanto ao retirar do Zorra Total, o programa está tão curto que não merece mais ser retirado do ar...

No concluir desta obra, vale desconsiderar um ditado usado no outro post: "a primeira impressão é a que fica". Neste caso, esse ditado não foi válido. O programa conseguiu evoluir e melhor da água pro vinho, fazendo com que ao longo dos dois anos, recentemente completados, as dificuldades do início fossem esquecidas e superadas. 

Fátima Bernardes perdeu a grandiosidade que o seu primeiro palco, que intimidava as pessoas, e ganhou a aproximação do público numa sala de estar em que as pessoas se sentem tão confortáveis de falar de seus problemas, casos pessoais e opiniões. Ela conseguiu com a ajuda de seus parceiros e convidados de palco a empatia que precisava para que o programa fosse um sucesso de audiência e também tivesse caído no meu gosto. ;-)

Parabéns pelos dois anos de sucesso Fátima Bernardes!
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