As melhores e piores músicas da Madonna

Como de costume por aqui no blog, vamos elencar as melhores e piores músicas de mais uma diva pop. Já vimos as melhores e piores músicas da Christina Aguilera que foi super polêmico, também vimos as melhores e piores músicas da Britney Spears em cada álbum que deu o que falar e também vimos as melhores e piores músicas do Rouge, aproveitando o retorno da girl band. Agora chegou a vez da toda poderosa Madonna.

Essa lista deve ser polêmica também. Vale lembrar que o conteúdo aqui exposto é puramente opinativo. Ou seja, você pode concordar, como pode discordar. Independente de sua posição, espero que possa interagir e se entreter. 


Ao final, você vai descobrir qual a melhor música da Madonna entre todas e qual a pior também. Vamos a lista? 

Mantendo o padrão dos posts já publicados, vamos falar sobre as melhores e piores músicas da Madonna em cada álbum seguindo a ordem por lançamento. 

O primeiro álbum da Madonna levou o seu nome e foi lançado em 1983. Inicialmente ele veio com 8 faixas e em seguida foi relançado trazendo mais duas faixas (remixes). Apesar de poucas canções, é difícil elencar uma que seja melhor... Holiday é um hino, Lucky Star é outro, Bordeline é um doce... Burning Up é eletrizante. Qual delas é a melhor? Há quem ame Everybody com todas as forças... mas vamos lá... Por conta da representatividade e da euforia que ela provoca em toda turnê, Holiday é a melhor música do álbum Madonna (1983). Como pior é mais fácil escolher visto que algumas músicas continuam antigas, não são transcendentais como os hinos citados anteriormente. É o caso de I know It, Think Of Me e Physical Attraction, e a pior delas é I Know It. Ela é meio bobinha...

O segundo álbum da Madonna é Like a Virgin (1984) e também traz grandes hinos como a música título do álbum e Material Girl. Esta segunda canção, a própria já disse ter cansado de cantar ela, mas será que ela é a pior do álbum? Mas primeiro, vamos a melhor, que sem dúvidas é Like a Virgin. Não é marmelada pra hino! Só aquela intro já faz a gente correr pra pista de dança e querer casar com essa mulher. Já a pior música do álbum é complicado! Todas são boas. Mas seguindo a mesma justificativa do álbum anterior, Pretender é a pior música da Madonna do álbum Like a Virgin. Muitos dirão que é Shoo-Bee-Doo, mas não é... Ela é fofinha! Dá um crédito aí pra essa baladinha injustiçada. 

True Blue (1986) é o terceiro álbum da Madonna e vem recheado de músicas boas. Portanto preciso elencar logo Papa Don't Preach como a melhor música da Madonna neste álbum. Ela é empolgante, é empoderada e tem uma batida perfeita. Já a pior música da Madonna no álbum True Blue fica com Jimmy Jimmy. Será que alguém gosta desta música? Gostaria muito de saber a justificativa de quem gosta desta música. Talvez ela seja a pior música de todas da Madonna. Love Makes the World Go Round também é ruinzinha, mas não se compara a Jimmy Jimmy. Dói a cabeça ficar ouvindo a Madonna cantar essa canção.

Who's That Girl (1987) vale como álbum de inéditas? Este álbum está mais pra outra categoria né? Tipo: existem os álbuns de estúdio, ao vivos, trilhas sonoras, coletâneas... Tudo isso é álbum, mas não é propriamente dito o lançamento X da cantora. Enfim, espero ter sido entendido. Mas pra não deixar ninguém sem resposta, a melhor música de Who's That Gril é The Look of Love e a pior música do filme é Best Thing Ever, o nome dela deveria ser "pior música ever" isso sim.


O quarto álbum da Madonna é Like a Prayer (1989). A melhor música dele é todas! Sério... esse álbum é muito bom! Cada canção tem sua particularidade e as músicas se mantém no mesmo nível, mas como tem que dizer uma, diria Express Yourself pela representatividade, Like a Prayer pela relevância, Promise to Try pela produndidade, mas enfim, vou pela opinião pessoal e envolvimento emocional dando a Oh Father o título de melhor música da Madonna do álbum Like a Prayer. Como pior música, temos Love Song por ser descompassada e não tem muito haver com canção de amor. Vamos punir Madonna por estragar um título tão forte com uma música nada representativa.

I'm Breathless de 1990 também não é álbum direto, por isso não vai aparecer a capa do álbum neste post, mas vamos falar das melhores e piores músicas da Madonna neste álbum. He's a Man é perfeitona, Sooner or Later é excitante, Hanky Panky é energizante, I'm Going Bananas é divertidíssima. Enfim, uma tem que ser elencada a melhor e será Vogue é óbvio! Pouca gente sabe em que álbum está o hino Vogue da Madonna, mas ele aparece aqui na trilha sonora de I'm Breathless. A pior música do álbum é Cry Baby. Por favor né amores... Que voz é aquela?

O quinto álbum da Madonna é Erotica (1992) e também é recheado de música boa. Fever é um clássico, a própria Erotica é um marco, Deeper And Deeper gera euforia, mas a escolha aqui será bem pessoa. A melhor delas é Bad Girl! Gente, que baladona... O clipe é perfeito, Madonna está no ápice de sua lindeza nos anos 90. Já a música fica com Where Life Begins. Que musiquinha mais morta. Ela deveria ser envolvente e excitante mas não cola... Parece mais com música que toca em restaurante de luxo. Secret Garden não fica muito atrás não. Ambas as músicas são abaixo do nível Madonna. Como tem que escolher somente uma, está escolhido Where Life Begins.

Bedtime Stories (1994) é o sexto álbum da Madonna e traz uma era mais cool da rainha do pop. Cheio de baladinhas e músicas tranquilas. O disco recebeu duas capas, uma de cabeça para baixo e outra normal, mesmo. Esta de cabeça pra baixo é mais legal. Mas vamos falar das músicas né? Bedtime Stories é bom do início ao fim. Os singles ganham mais destaques, é claro, mas não chegam a ser os melhores. Forbidden Love é forte, Sanctuary é entronizante, Love Tried to Welcome Me é envolvente, ou seja, todas tem seu potencial. Então, sendo bem direto, a melhor fica com Forbiden Love e a pior com Inside Of Me, que é a que desalinha só um pouquinho.

Já que incluímos indiretamente as trilhas sonoras da Madonna neste post, devemos falar da melhor delas: Evita (1996). O filme é um musical, então só o que a gente tem são canções pra dar e vender. Quase todas são boas, a melhor não é o clássico Don't Cry For Me Argentina, nem a gostosa I'd Be Surprisingly Good For You que mostra a dança do acasalamento entre Eva e o coronel Peron, nem a penosa Lament, mas a Rainbow High que mostra o quanto Evita Peron era uma mulher forte e o quanto Madonna tem poderosos vocais. Já a pior música do filme Evita é Waltz for Eva and Che, o dueto entre Madonna e Antonio Bandeiras. Não que a música seja ruim, é só que temos que escolher uma né?


O sétimo álbum da Madonna é Ray Of Light (1998), o álbum responsável por levantar Madonna de uma era que diziam estar "careta". Então a rainha do pop veio dançante, eletrônica e com a arte por cima nas faixas pseudojaponesas. Candy Perfume Girl é um rock massa, Sky Fits Heaven é energizante, Nothing Really Matters é impecável, Shanti / Ashtangi é icônica, Fronzen é um hino, The Power Of Good-Bye é uma das baladas mais bonitas da Madonna, mas Ray Of Light ainda é a melhor de todas. Ela é eletrizante! Como temos que elencar uma música ruim, To Have and Not to Hold é a mais fraca do álbum Ray OF Light (1998).

Chegamos em Music (2000), o oitavo álbum da rainha do pop e um dos melhores álbuns da Madonna. Ele é bom do início ao fim e de fato não tem como dizer que tem música ruim. Com muita dor no coração, uma canção pegará o nome de ruim injustamente. Assim como uma só música será eleita neste post como a melhor, deixando 10 faixas de fora. Don't Tell Me é uma música incrível e por uma diferença micro ela não é a melhor do álbum, perdendo para o carro-chefe Music, que é uma música milenar. Tinha que escolher uma né? Assim como a pior fica com Impressive Instant, por uma questão de nada, por que essa música é ótima do jeito estranho dela. E somente por este jeito que ela ficou por último.

American Life (2003) é o nono álbum da carreira da Madonna. Ele foi o álbum mais injustiçado da rainha do pop, mas nos agraciou com ótimos singles e canções. Particularmente, é um álbum que é perfeito do início ao fim, mas há controvérsias. A melhor música do álbum é Die Another Day, mas não desmerece nenhuma outra. E como temos que apontar uma como pior música da Madonna neste álbum a escolhida é Love Profusion. As músicas lentas são profundas demais para dizer que elas são ruins. É preciso conhecê-las para saber que são incríveis. Já Love Profusion é simples, só isso. Reflexo desta simplicidade é o clipe da música. Combinou certinho...

Confessions On a Dance Floor (2005) é o décimo álbum da Madonna. Ele poderia ser também a décima arte de tão perfeito que ele é. Do início ao fim num non-stop vibrante, o álbum te leva numa viagem muito louca ao ápice da dance floor, com todas suas nuances. Não é a toa que este álbum é o preferido de todo mundo e o responsável pelo retorno da rainha ao ápice do pop. Os singles são perfeitos, as menos divulgadas são perfeitas, mas se é pra dizer uma como melhor, Future Lovers merece o troféu. E no quesito pior, poderíamos dizer que How High é a mais fraquinha. Não é que ela é ruim, ela só é a menos perfeita. Mal de músicas nº 09 nos álbuns das divas do pop.

O décimo primeiro álbum da Madonna é o diferentão Hard Candy (2008) que veio com uma pegada mais hiphop, acompanhando as tendências na música em meados de dois mil e tantos, época que entendemos como a segunda crise do pop. Confira mais sobre a história da música pop. Talvez seja por este motivo que este álbum foi tido como o pior da carreira da Madonna, por que não mantinha a essência do verdadeiro pop. A melhor música sem dúvidas é Give It 2 Me, mas Devil Wouldn't Recognize You também é incrível. She's Not Me é um tapa na cara da sociedade e é ótima. Já a pior música de Hardy Card é  Candy Shop. Conveniamos, a música é ruim, a batida é cansativa. Nam! Próximo...

O décimo segundo álbum da Madonna veio exatamente no ano 12. MDNA (2012) reviveu a Madonna que achávamos ter ficado aquém de sua capacidade e nos surpreendeu com uma das maiores turnês de todos os tempos, a MDNA Tour. Relembre todas as turnês da Madonna! Comparado aos demais álbuns da Madonna, ele parece ser mais careta, porém tem músicas muito boas. A melhor delas, segundo este blog é I'm Addicted, por ser vibrante, ter uma performance épica na turnê e produzir uma sensação de ápice ouvindo no headphone. Muitos dirão que a melhor é Turn Up the Radio, mas não nesta lista. A pior sem dúvidas é I Fucked Up. É Madonna, de fato, você fudeu tudo!

Rebel Heart (2015) é o décimo terceiro álbum da Madonna e também é o melhor álbum de todos. Se foi difícil dizer uma música ruim de alguns álbuns considerados bons do início ao fim, imagina deste que é perfeito aos olhos deste blogger. Ainda mais quando tem a santíssima trindade madonnesca num só álbum: Hebel Heart, Wash All Over Me e Devil Pray. Veja as 60 melhores músicas da Madonna. Mas se é pra dizer uma, então a melhor fica com Devil Pray e chega! Se for pensar, vou querer mudar pra outra. Vamos para a pior: Hold Tigh por ser a mais fraquinha. Só parece música de criança depois que aquele coral mirim cantou essa música. Veja em Coral de crianças cantam música Hold Tigh da Madonna.

Chegamos no atual álbum da Madonna. Madame X (2019) é o décimo quarto álbum da rainha do pop. Aclamadíssimo pela crítica na noite de Paris, poderosíssimo como a espada de um samurai. Quase todas as músicas são ótimas. Dói dizer uma somente como a melhor música da Madonna hoje. Killers Who Are Partying é tão fofa, Crazy é impecável, Future é foda de bom, mas God Control mexe com todos os signos e xacras. Esta é a música que representa a Madonna de todos os tempos.Já no quesito ruim, muitos odiaram Come Alive, outros não se empolgaram com Extreme Occident, mas Bitch I'm Loca não é boa não. É neste momento que este post será polêmico. Bitch I'm Loca é a pior música do Madame X.

E agora doutor? Você conheceu as melhores e piores músicas da Madonna. E como fizemos em outros posts, que tal tentar elencar a melhor de todas e a pior das piores? 

Até que dizer a pior está fácil, de fato Jimmy Jimmy é ruim PÁ KCT. Sem dúvidas essa é a pior música da Madonna de todas em todos os tempos. Já por outro lado, dizer a melhor é mais difícil. Até mesmo por que Future Lovers I Feel Love nem entrou em versão de estúdio, It's So Cool também não chegou a ser efetivada como tal entre outras boas que foram injustiçadas. Tipo: Hey You.

Se você consegue dizer qual a melhor música da Madonna, deixe a resposta nos comentários! 

O blog morreu? O pop está morrendo?

Sei que esse assunto pode ser chato e muito batido na internet, mas ele precisa ser tratado neste blog nesta altura do campeonato, por que será ele quem vai definir os rumos que esta página tomará daqui para frente.

Para quem acessa o blog com frequência, este é um post muito importante! Então, que ele seja lido com muito carinho e atenção.


O fato é que a cada dia que passa o cenário musical tem se tornado cada vez mais misto. O funk ganhou muito espaço, o reggaeton ganhou muito espaço, músicas alternativas se fortaleceram e se firmaram e muitos outros seguem no mesmo caminho. E isso não é uma coisa ruim, pelo contrário, é ótimo por que dá lugar a todo mundo. O único problema é: quem é o pop nesta história?

Antigamente o pop era marcado por fortes nomes, como já foi debatido aqui no blog várias vezes como no post Os Cantores mais Pop dos anos 90 e que hoje são considerados como reis e rainhas do pop. Inclusive, são também os cantores mais premiados da história da música. Porém, a cada ano que passa, tais nomes ficam cada vez mais para trás e novos artistas não conseguem manter o mesmo padrão, fazendo com que o pop perca sua essência, construída há anos.

Você pode até dizer que tais artistas velhos já perderam sua vez e agora é a hora dos novatos brilharem. Eu não discordo totalmente, por que sei e já foi falado aqui no blog várias vezes que o pop é regido sim pelos novinhos do pop (você pode conferir no post Novinhos do POP e as verdades na música), mas será que a atual geração de cantores pop estão conseguindo segurar a marimba?

A resposta é não!

O pop está se perdendo e os atuais artistas estão arregando para outras vertentes, fazendo com que a essência criada e mantida durante anos por nomes poderosos e inesquecíveis como Michael Jackson, Madonna, Cher... deixe de existir e levando a ruína um império antes inabalável.

Até a rainha do pop, meio que correu para outros lados para buscar se evidenciar no atual mercado da música. Quem diria, Madonna e Anitta juntas? No caso dela, dá até para entender a necessidade leonina de estar em voga. Mas é inevitável perceber que todo o resto desta nova era da Madonna não segue os padrões atuais. Madonna ainda tenta mostrar sua arte usando de mesos artifícios que estão ou não na moda. Este álbum Madame X exemplefica bem isto: tem recursos pra agradar todo mundo, mas é no padrão Madonna de ser. A verdade é que:

o pop está morrendo...

Como já estávamos falando, nem Madonna conseguiu ressuscitar o pop com o seu álbum Madame X, ou seja, é daqui pra pior... Até mesmo porque não é a primeira vez que a rainha não consegue isto. Em 2015 quando lançou o álbum Rebel Heart, o pop andava chato também. Até a Lady Gaga correu pro country lançando o Joanne - que por sinal foi o melhor álbum de 2016. (Confira Os Álbuns de divas mais POP de 2016). Nesta nova era, Madonna fez foi largar o trono para ser luz entre os povos. (Veja o post Madonna de rainha do pop a plebeia na música).

Então, dá pra ver com clareza que o pop está chegando ao fim. Mas ainda temos uma esperança... Quem lembra da crise dos anos 2006 a 2008 quando o hip hop quase assassinou o pop? Felizmente o fim daquela década salvou o pop mais uma vez. Coisa que o fim desta década não está conseguindo... E isso tudo nós já falamos aqui neste blog! O profeta do pop deixou tudo escrito neste canal que vós acessais. Basta clicar nas frases negritas neste texto.

Para se entender tudo o que estou dizendo aqui é necessário ter uma visão abrangente e claro, conhecer A História da Música Pop para saber que as coisas tem andado de mal a pior. E não é de hoje...

Toda essa crise de Mariah Carey lança álbum perfeito e flopa, Madonna traz hits incríveis e flopa, Beyoncé grava hino lendário e flopa, nada mais é do que uma prova de que o pop não tem mais força como nos anos 80, 90 e 2000. Era que até aqui no Brasil foi responsável por lançar os maiores nomes da nossa música. Saudade dos cantores pop brasileiro dos anos 90 a 2000 e tanto... Até a Ariana Grande, que é uma das artistas mais novas e que mantém o mesmo padrão dos grandes nomes, tem sido injustiçada na mídia, nas premiações de músicas e grandes festivais pelo mundo a fora.

Por todas estas questões é que o blog tem passado por momentos de desatualização e falta de avivamento. O conteúdo principal do blog está perdendo espaço na mídia, na vida e pauta das pessoas e o público alvo está deixando de consumir este tipo de canal que tem se tornado defasado em meio a novas tecnologias.

Não é que se trata de falta criativa de produção de conteúdo exclusivo. Por que em torno de mil e tantos posts que aqui se encontram, não foi utilizado nem 10% da capacidade enérgica do autor que vos escreve. Mas trata-se de que o assunto, o tema, não é mais comum a quem se destinava. 

Atualmente, os fãs de Michael Jackson, Madonna, Cher, Mariah Carey, Whitney Houston, Britney Spears, Christina Aguilera, Beyoncé, Pink, Spice Girls, Katy Perry, Nicki Minaj, Lady Gaga entre outros nomes bombásticos do pop não acessam este conteúdo e nem participam mais de uma identidade de militância por seus artistas favoritos como antigamente. Hoje eles tem como certos de que seus cantores são onipotentes e não é uma Bebe Rehxa, Rosalía, Camila Cabello que roubará o trono que eles levantaram e sustentaram com excelência. Os tempos são outros... para eles, para seus artistas e assim sucessivamente.

O blog morreu? 

Não! Ele não está morto! As páginas continuam online, o conteúdo continua vivo, o espaço para debate continua aberto... então, o blog mais pop da internet não tem pretensão nenhuma de encerrar suas atividades. Aqui você ainda vai encontrar muito conteúdo exclusivo na tag Artigo POP e vamos nos manter resistentes até a última gota de esperança de que nosso pop volte a reinar mais uma vez. A questão é: enquanto isso não acontece, o que será do destino do blog? 

Ainda não teremos a resposta quanto ao futuro do blog. Esporadicamente lançará um post ou outro conforme o despertamento do pop em meio ao atual cenário musical, enquanto novos projetos surpresas não se firmam e não se materializam. Já fica aqui um spoiler de novidades por aí... mas até lá, vamos vendo no que vai rolar.

Se até o Facebook, que é dono o WhatsApp, do Instagram, da porra toda, está em crise de identidade, quem dirá este blog que fala somente para a nata do pop? Então, vamos ter bom ânimo que dias melhores há de vir e logo tudo se fará novo.

De certeza podemos afirmar que aqui não correrá para outras vertentes como fazem os atuais novinhos do pop. Não falaremos de forró, sertanejo universitário, pagode, nem outra cultura que não tem nada haver com o tradicional pop americano composto por espetaculares cantores que ditaram as diretrizes de como oferecer o melhor pro seu público de forma impecável e inesquecível. Nem sequer estas páginas serão vendidas para um inoportuno que deseja somente apagar da história, verdades ditas com propriedade. Nem tão pouco, deixará de existir por conta da inexistência do seu tema.

Estaremos um pouco ausentes, isso é fato! E vamos nos resistindo nos canais e redes que permitem que esta realização se mantenha de pé. Apesar do Instagram bloquear nossa conta sabe lá Deus por quê... mas podemos nos encontrar no perfil de quem faz pelo Twitter! Basta seguir @FalaMarVin!

Aqui não fica um adeus, mas sim um até logo e claro, um agradecimento impagável pelo seu acesso e companhia durante todos este anos.

Não! Aqui não é uma despedida do blog! kkkk É apenas uma nota de esclarecimento sobre a quebra de periodicidade das postagens e também para lembrar o quanto já foi falado por aqui e que você não perde por esperar por mais novidades. Se você pulou o conteúdo todo só pra este trecho final, pode voltar e ler tudinho! Largue de preguiça! rsrs 

Siga Fala MarVin no Twitter e vamos continuar mantendo esta resistência no pop que amamos e acreditamos. 

Um forte abraço!

Melhores novelas de todos os tempos

Quem não ama falar daquilo que ama? Neste post você vai conferir a lista das melhores novelas de todos os tempos, sejam brasileiras ou mexicanas, já que os americanos são tão capazes assim de emplacar tramas deste tipo de telenovelas. 

Claro que a lista aqui divulgada não é absoluta e o post vai estar carregado de opinião, então, já se prepara! Este é mais um post que está linkado com O Melhor de Tudo e Coisas que Amo.


Sem delongas, vamos a lista das melhores novelas:

Bônus: Chiquititas

Vamos começar por uma novela bônus por que não era propriamente uma novela... Era meio seriado, meio programa de TV, era mini novela, novela mirim... Poucos são os que consideram Chiquititas como novela, por isso vamos colocá-la como bônus. Mas a versão que estamos falando é a primeira exibida nos anos 90 no SBT.


Chiquititas teve quase 08 temporadas e mais de 10 anos no ar. A novela foi de 1995 a 2006 e a cada temporada lançada, novos personagens, novos uniformes e novos orfanatos Raio de Luz.

Beijo do Vampiro

O décimo lugar desta lista de melhores novelas de todos os tempos ficou com um clássico da TV brasileira: O Beijo do Vampiro de Antônio Calmon - que trouxe a temática vampiresca para a faixa das sete horas. Como de costume, a novela era regada de muita comédia, mas a gente conseguia espremer e tirar um romance épico e até drama.


O elenco era maravilhoso e trazia Claudia Raia, Déborah Secco, Beth Lago, Flávia Alessandra, Julia Lementz, Bianca Castanho, Kaiki Brito e o magnífico Gabriel Braga Nunes.

Terra Nostra

Uma das mais relevantes novelas da Globo quase que entrou no esquecimento da geral foi Terra Nostra. Uma novela muito boa que falava sobre imigração no Brasil, neste caso, os povos italianos. Mas na verdade, a imigração mesmo foi dos personagens em nossos corações: Matteo, Giuliana, Paola.


Terra Nostra é escrita pelo Benedito Ruy Barbosa e no elenco tem muiitos atores preferidos: Claudia Raia, Paloma Duarte, Ana Paula Arósio, Carolina Kasting, Marcelo Anttony, Bianca Catanho, Debora Evelyn e Danton Mello.

Mulheres Apaixonadas

Mais um grande sucesso da tal de Globo é a novela Mulheres Apaixonadas. Não foi a toa que a novela se tornou um grande sucesso. Ela mostra a vida, cotidiano, dramas de mulheres de todos os tipos e claro, foi bem retratado pelo Manoel Carlos.


O elenco é lindo também! Christiane Torloni, José Mayer, Tony Ramos, Susana Vieira, Giulia Gam, Marcello Antony, Helena Ranaldi e Dan Stulbach. De fato, uma novela apaixonante!

O Clone

Do tempo que a Globo fazia novelas boas... O Clone foi um dos maiores sucessos da telona do plim-plim. Era moda na época novelas de países e a trama da Glória Perez trouxe o Marrocos e toda aquela cultura das arábias para o Brasil e foi um estouro!


O melhor do Clone eram o núcleo marroquino da casa da Jade. Ah! A abertura da novela também era impecável. Uma das melhores de todos os tempos. No elenco, Giovanna Antonelli (Jadeu), Murilo Benício (o clone), Débora Falabella (fuminha), Vera Fischer (múmia), Carla Diaz (a primeira Maria de Chiquititas que virou Radija "incha lá"), Letícia Sabatella, Juliana Paes e muitos outros tops! Para falar com sinceridade, esta novela tem um dos elencos mais completos de todos. Explica-se o tamanho sucesso.

Senhora do Destino

Outra das boas foi Senhora do Destino, novela do Aguinaldo Silva que trouxe a eterna Nazaré Tedesco, a mulher do meme que tem uns cálculos como recentemente é reconhecida na internet, mas antes, a Naza gostosona era a vilã da novela, antagonista da Susana Vieira que interpretava a Maria do Carmo, uma nordestina que venceu na vida em São Paulo.


O elenco de Senhora do Destino e os dramas vividos por cada personagem tornam esta novela mais completa ainda.

As Filhas da Mãe

Quem disse que novela das sete da Globo não presta? As Filhas da Mãe é prova que aqui e acolá sai uma coisa boa nesta faixa de horário da emissora do plim-plim. Muitos podem até não gostar ou se lembrar desta novela que tinha Fernanda Montenegro como a mãe e Claudia Raia, Andréa Beltrão e Bete Coelho como filhas, mas particularmente, a novela foi um arraso!


Como não comentar que a mãe Fernanda Montenegro, riquíssima, passou anos procurando pelo filho desaparecido que na verdade deixou de ser Ramon e virou Ramona? Claudia Raia fez excelentemente o papel de trans numa época que nem se falava sobre esta letra LGBTQ. 

No elenco tínhamos também Regina Casé, Claudia Ohana, Daniele Cicarelli, Priscila Fantin, Henri Casteli, Lavínia Vlasak, Mário Frias entre outros tops!

Maria do Bairro

La mucha honra.... Maria la del bairro está nesta lista de melhores novelas graças às excelentes atuações dos personagens que se tornaram icônicos. Apesar de a Thalía ser a protagonista, cada um teve sua parcela de apoio no sucesso da novela. A vilã Soraya, a empregada, a mãe, o Nandinho, a "aleijada" Alicia, a Maria Joaquina, o galã Luis Fernando, o tio Louro e por aí vai.


Maria do Bairro foi exibida em mais de 180 países e reprisada dezenas de vezes aqui no Brasil pelo SBT. A novela tem mais de 20 anos e 

Império

A última novela boa da Globo foi Império, exibida em 2014. De lá pra cá, a emissora vem só definhando. Inclusive até o autor da novela, Aguinaldo Silva também escorregou na banana com a novela O Sétimo Guardião. Nenhuma das novatas bate na novela do comendador.


O elenco e tramas mais uma vez tornando a novela perfeita. Praticamente todos os personagens eram icônicos e queridos pelo público. Entre os mais tops, tínhamos o próprio Comendandor, Maria Marta,  Maria Isis, Cora (Drica Moraes), Téo Pereira, Xana, Magnólia, e todos mais.

A novela foi tão boa que nem precisamos citar o prêmio Emmy que receberam né? Isso só prova o quão perfeita foi a novela, mas infelizmente ela sobe ao pódio como a terceira melhor novela de todos os tempos.

A Usurpadora

A segunda melhor novela de todos os tempos é uma das mais reexibidas na TV brasileira, não é por outro motivo senão por ser boa pra carácoles! A Usurpadora foi sucesso na época em que foi lançada e até hoje movimenta a internet, principalmente por conta dos memes da Paola Bracho, a protagonista vilã da novela.


Como não amar todos os personagens da novela A Usurpadora? Lalinha, Euvira... mas os mortos, não falam! hahahaha Ok... Todos os personagens são icônicos e completos: Carlos Daniel, Leda, Estefany, Paulina, Paola, Vovó Piedade, Douglas Maldonato, até o Carlinhos e a Lizete são ótimos. 

Xica da Silva

A melhor novela desta lista é Xica da Silva (1996). Audaciosa, poética, dramática, didática... A novela de Walcir Carrasco foi uma adaptação do livro Xica Que Manda de Agripa Vasconcellos e conta a história de uma escrava muito inteligente que se apaixona por um homem branco, rico e que a torna rainha do Tijuco, dona de Diamantina. Mas se você pensa que essa história se deu de forma clássica como nos filmes de princesas da Disney, se engana! Xica da Silva foi uma novela bem realista e escancarou muitas verdades na cara da sociedade da época.


Taís Araujo interpretou Xica da Silva no início de sua carreira e talvez este tenha sido um dos maiores papéis de sua carreira. Outros nomes conhecidos também estavam na novela, entre eles Adriane Galisteu (que apareceu completamente exposta), Giovanna Antonelli, Murilo Rosa, Zezé Mota e uma renca de atores globais de primeira.

O melhor da novela Xica da Silva eram os diálogos inteligentes, a forma como retrata momentos históricos, pessoas reais, o erotismo e poetismo no tema geral que envolve uma era romancista.

Rainha, né amores?

Curtiram esta lista? Deixe nos comentários a sua lista de melhores novelas brasileiras e mexicanas. E não deixe de compartilhar este post com os seus amigos noveleiros. 

Madonna e as batucadeiras no clipe Batuka

Madonna segue com a divulgação pesada do álbum Madame X. O lançamento da vez é o clipe Batuka em parceria com a orquestra As Batukadeiras de Cabo Verde.

O clipe foi gravado em Portugal, na praia São Julião, litoral de Lisboa e tem a direção de Emmanuel Adjei, o mesmo que dirigiu Dark Ballet. Por isso conseguimos perceber um toque de arte no ar e uma história contada de maneira poética.


O clipe Batuka ilustra a história das mulheres negras que foram perseguidas pela coroa portuguesa e sofreram com o tráfico de escravos. Naquela época, elas tinham o hábito de tocar o batuque, um estilo de música comum em Cabo Verde. Atualmente, a orquestra As Batukadeira mantém a cultura do batuque e o som vibrante chegou até a coroa americana, que não pensou duas vezes e as convidou para fazer um super feat e um encontro de senhoras.


Além de Batuka nesta era Madame X, Madonna lançou o clipe de Medellín com o Maluma, Crave com o Swae Lee, Dark Ballet e God Control. Ao que tudo indica, Madame X lançará clipe para todas as faixas do álbum inclusive Faz Gostoso, feat com a Anitta.

Que venha um clipe massa, na favela, no Rio e que ele seja icônico como foi Don't Really Care About Us do Michael Jackson em Salvador.

Fica a promessa aqui de que se o clipe for bom, paro de chamar a Anitta de Imitta!

Primeiro trailer de Cats assusta internet

Um dos mais famosos musicais da Broadway chega às telas do cinema. Cats será lançado nas telonas com a direção de Tom Hooper (o mesmo de Les Miserables) e um elenco de tirar o fôlego, porém o que foi mesmo de tirar o fôlego foi o primeiro trailer do Cats Movie, que simplesmente assustou a todos na internet.


Um dos motivos que mais chocaram a internet foi o visual dos gatos, que tem corpos humanizados. De fato é meio estranho ver gatos andando com duas patas, mas fazer o que, se estão mantendo o padrão do show que assistimos na Broadway?

Muitos criticaram a narrativa do trailer e outros a produção mesmo do filme, que mostra que um tamanho desproporcional dos gatos em relação ao mundo em si.

Dá uma olhada como está estranho! E a Juhd, minha gente, como ficou feia! Uma gata borralheira, toda melada e assanhada! Gostei não...


No elenco temos a espetacular Jennifer Hudson, o fabuloso Ian McEllen, os atores Rebel Wilson, Idris Elba,  os cantores Taylor Swift e Jason Derulo.

Racismo e preconceito sobre a Pequena Sereia negra

Sei que esse assunto já foi debatido muitas vezes na internet sobre a decisão da Disney em lançar o live action da Pequena Sereia com uma atriz negra, mas precisamos analisar um pouco melhor toda essa história. 

Se você for uma pessoa sensível, melhor nem ler esta publicação por que aqui vai ter muita opinião, mas se quiser já ser avisado, este blog é a favor da "Pequena Sereia negra" como andam chamando na internet. O que não devemos ser a favor é tornar essa mudança um fantasma para nós mesmos.

Continue lendo...


A polêmica sobre a Pequena Sereia negra começou após a Disney ter divulgado que a atriz Halle Bailey viveria o papel da Ariel no live action. Muitos começaram a criticar a decisão por que o clássico da Disney sempre mostrou uma sereia branca e de cabelos vermelhos e agora chegou radicalizando total colocando uma "atriz negra com cabelos crespos". Mas peraí, ainda nem saiu o first look de The Little Mermaid, como podem já dizer que a Ariel será assim?

Preconceito

A questão toda começa com uma palavra: preconceito! Você sabe o que significa essa palavra? Provavelmente a maioria que não quer que a Pequena Sereia seja vivido nos cinemas pela atriz Halle Bailey acredita que preconceito seja somente uma ação redutiva contra gays e negros e na verdade não é. Preconceito está relacionado a um conceito prévio muitas vezes errôneo sobre algo. Um pensamento que é criado a partir de vivências pessoais, educação, cultura ou orientação religiosa e que pode ser ofensivo e nocivo.

O grande problema dessa história toda foi o preconceito criado em cima da escolha de colocar uma atriz negra para ser a protagonista no live action da Pequena Sereia. Muitos desmereceram o potencial da moça como atriz e da espetacular equipe contratada pelos Estúdios Disney por conta somente do tom de pele e cor do cabelo da Halle.

Racismo

Muitos afirmam que quem não aceita a atriz negra como Pequena Sereia é racista. E não podemos negar que muitos tem mesmo este tipo de preconceito nocivo. São pessoas que não aceitam o fato das minorias ganharem espaço de visibilidade e receberem seu devido reconhecimento ao trabalho que a maioria das vezes é bem melhor executado que a classe dominante.

Não estamos aqui para falar destas pessoas e seus comentários destrutivos, por que elas nem merecem vez ou voz, mas vamos focar naqueles que foram talvez injustiçados por expressarem suas opiniões por não terem gostado da escolha da Disney.

Racismo Velado

Muitos que foram criticados por não aceitarem Halle Bailey como a Pequena Sereia foram considerados como racistas sendo acusados por suas opiniões contrárias.

Racismo velado quer dizer: uma forma discreta de demonstrar o racismo. É como se colocassem uma maquiagem no racismo para não parecer ofensivo mas já sendo.

Talvez este post seja acusado da mesma forma por tentar esclarecer e/ou defender parte da opinião desse grupo. Mas vamos afunilar mais ainda esse grupo e retirar o perfil que queremos: aquele que de fato foi injustiçado por expressar sua opinião.

Sabemos que existe o lado ofensivo e destrutivo do racismo velado. Se não duvidar, ele é o mais nocivo de todos, por que pode existir até onde nem sequer está falando sobre negros ou coisa do tipo. Como por exemplo a quase extinta expressão "de boa aparência" que vinham nos anúncios de emprego. Isso queria dizer que estavam a procura de uma pessoa branca, bonita, bem arrumada e com cara de rica, com bons costumes. Graças a Deus, esse termo foi revelado e foi deixando de existir aos poucos.

Antes de chegarmos aos injustiçados como racistas sem terem sido, precisamos abrir parênteses nesta história e comentar sobre uma ramificação desse assunto. No caso:

Autoracismo velado

Muito tempo depois da expressão "boa aparência" ser revelada como racista, ainda se usou do termo para integrar pessoas negras que mantinham o mesmo padrão. E por anos negros tentaram mostrar essa "boa aparência" que se exigiam nos anúncios. Negros se comportavam e tentavam manter o mesmo padrão de vida que a sociedade branca normativa. Neste caso estamos falando de igualdade? Poderíamos..., mas fica aqui uma crítica ao autoracismo velado que cada um projetou em si há alguns anos atrás e se não duvidar projeta-se até hoje:

"Para ter igualdade, não precisa ser parecido! Cada um tem a sua individualidade e personalidade para viver em um mundo regido pela subjetividade. Não existe uma linearidade de forma correta de viver, então, custa usar de sua originalidade para ser quem você é de verdade?"

Por muito tempo a desapropriação cultural foi um autoracismo velado. A crítica não fica para aqueles que nasceram, cresceram e tiveram suas vidas moldadas por uma cultura local e estes tomaram pra si a cultura em que foram inseridas, mas sim aqueles que abandonaram sua história e cultura para ser alguém que quer ser aceito pela sociedade opressora normativa se comportando como os próprios.

A cantora Beyoncé foi julgada como negra querendo ser branca no início de sua carreira, quando lançou músicas no mesmo estilo que artistas brancos da época. Não que ela devesse lançar música africana, por que nem convinha a ela! Correto mesmo era fazer o som pop americano a qual estava inserida e cresceu ouvindo, mas ela sofreu por ter se comportado como forma de autoracismo velado sem existir.

Como poderia ser negra e ser racista contra si mesma? Quase impossível de se aceitar, né? Mas acontece muito... No entanto, Beyoncé foi muito além e fez exatamente ao contrário quando percebeu que dominava o "mundo branco" criado na cabeça dos racistas brancos: ela foi dominar o mundo negro, criado na cabeça dos negros pelos negros e também pelos brancos, quando lançou o álbum Lemonade. Tal atitude poderia ser considerada como heroica e louvável, mas infelizmente permeia um pouco também poderíamos chamar de black money. Só que esse é outro assunto que vamos falar mais a seguir...

Fechando parênteses...

Precisamos entender que muitos não foram racistas ao criticar a Disney por mudar radicalmente a imagem da Pequena Sereia dos desenhos, criada e mantida há anos. De fato, muitos não estavam ali criticando por que uma pessoa negra ter sido escolhido no lugar de uma pessoa branca. Mas sim, por que estavam criando uma resistência a mudança.

Resistência

O novo, o desconhecido e o diferente sempre causam um pouco de medo e insegurança. Sempre que algo sai do padrão, do que já era tido como fixo, causa um certo tipo de estranhamento. É óbvio que existiria uma resistência em mudar! E isso foi julgada por muitos como preconceito racista e na verdade não foi. (Repetindo - estamos falando agora sobre aquela pequena parcela que criticou sem ser racista).

Essa mesma resistência existiu quando começaram a surgir imagens do live action do filme O Rei Leão. "Não é igual ao desenho!", "Não é live action porque continua sendo animação", "pipipi, pópópó" (...) Muitos criticaram da mesma forma e nem por isso existiu um racismo com a raça animal. Sabe por que? Por que o racismo como conhecido foi criado pela sociedade e é mantido por ela até hoje.

Tradição e desconstrução

O que acontece tem muito haver com a desconstrução de uma imagem criada e mantida massivamente há anos. Ou seja, que foi enraizada na cabeça do indivíduo que gerou ao longo do tempo um apego emocional. Neste caso à imagem do desenho A Pequena Sereia da Disney.

Talvez a geração que cresceu nos anos 90 seja a mais penalizada com a quebra dessa tradição e aceitar essa mudança. Se você reparar, esses jovens e adultos foram os que mais viveram eras de evolução e transformações no mundo. Quando criança ouviam discos de vinil, evoluíram para fitas cassete, CD, MP3, MP4 e agora streaming no celular. Por outro lado, essa mesma geração deveria ser a mais suscetível a mudança, por estar acostumado com esses avanços, transformações e revoluções culturais e tecnológicas.

Ao contrário das tecnologias que foram adicionando coisas novas e evoluindo recursos antigos, a imagem da Pequena Sereia foi mantida da mesma forma há anos. Esse talvez foi o grande problema no aceitar a mudança para algo que ainda nem se viu.

Até aqui não estamos falando de A ou B, se é branco ou negro, gay ou cis, mas sim a algo novo que vai ser diferente do anterior. Estamos tratando com um aspecto do preconceito que não tem haver com o racismo.

É mais fácil uma criança aceitar a nova Pequena Sereia. Isso por que ela não tem preconceito? Errado! Criança têm preconceitos e racismos, sim! Só que para ela seria mais fácil lidar com algo porque anteriormente ela não tinha nenhum parâmetro para análise e julgamento. Neste caso, não existia uma identidade visual enraizada na memória emocional dessa criança para que ela tivesse que problematizar. Até mesmo que criança nem sequer lida com essas questões mais filosóficas, científicas e poéticas que estamos tentado chegar a um ponto X aqui nesta publicação. Tais conhecimentos são adquiridos pelas crianças ao longo de sua vida e formam quem são somente numa fase mais madura.

Identidade Visual e Mercadológica

Na cabeça de uma parcela que não foi racista ao criticar nas redes sociais a decisão da Disney, o problema do preconceito com a mudança da Pequena Sereia antes branca e agora negra está ligado a construção de uma nova identidade visual e não com o fato social de alguém de pele mais escura tomar posse de poder que sempre foi de uma classe dominante e opressora.

A Pequena Sereia sempre foi branca e ruiva com a calda verde. Ainda não sabemos como vai ser a nova paleta de cores deste live action. Claro que, bem mais aproximado da realidade que da surrealidade desenvolvida para um desenho animado. Como sabemos que a Halle Bailey será a personagem Ariel, entendemos que a grande diferença nem será tanto com o tom da pele dela, mas sim no esquema de cor do cabelo e também um pouco no penteado.

A identidade visual criada pela Disney para a Ariel, a Pequena Sereia foi específico para animação da época e foi mantida assim por ter dado certo no âmbito mercadológico. Não por que tem haver com orgulho branco por ser uma sereia branca e ruiva, mas pelo fato de criar uma imagem vendável usando esquema de cores que influenciam na hora das tomadas de decisões dos clientes mundo a fora.

Talvez se tivessem divulgado que o live action da Pequena Sereia seria bem realista, deveríamos constatar que ela seria escamosa, numa cor verde lodo e olhos grandes, mas isso não seria bem vendável. É totalmente contrário do live action do filme O Rei Leão, que utiliza animais de verdade realmente como são. Então, sabemos que a escolha tem haver também com finalidades mercadológicas - confirmando o black money comentado acima.

Black Money

Assim como existe o pink money no universo LGBTQ+, há muitos anos existe o black money. Quando o racismo era mais forte e evidente nos Estados Unidos nos anos 50, brancos e negros viviam em mundos diferentes de fato e o para cada subuniverso criado em frente a face social, sempre existiu o mundo mercadológico que os envolviam. Com o passar dos anos esse impasse social foi deixando de existir e ambos os grupos foram lhe dando com as diferenças, mas o black money e toda a cultura negra de raiz nunca deixou de existir.

Assim como o próprio mercado criado por negros para negros existe, marcas que antes eram tidas como "brancas" criaram produtos e ideologias com o intuito de serem inclusivas, mas na verdade só criavam um nicho de vendas para um público específico. Ao serem descobertas e escancaradas por não militarem de fato pelos direitos igualitários, muitas marcas foram condenadas pela falsidade em busca do tão valioso black money - dinheiro dos negros.

Enquanto grupos etnos e militantes brigam por questões sociais se houve ou não racismos (velados ou escancarados), a Disney segue se aproveitando do universo mercadológico movimentado pelo black money e afins.

A escolha pela atriz Halle Bailey nada mais é do que uma estratégia de marketing da Disney. Isso por que sabemos que se a grande empresa do Mickey quisesse, conseguiria criar qualquer que fosse a história a partir somente da ideia do ser mitológico das sereias antes instaurar veladamente a polêmica da Pequena Sereia negra.

Ser Mitológico

Todos sabemos que sereias não existem na realidade. Na verdade, elas existem na mitologia e já foram ilustradas de diversas formas, em pinturas, no cinema, na televizão e etc. O único padrão entre todas é que são metades peixe, vivem na água e tem feições femininas. Nem sequer a história delas são iguais entre as produções conhecidas.

No mundo bruxo do Harry Potter existem os sereianos. Espécies de sereias que aparentemente não tem sexo, mas que mantem um padrão parecido com o ser mitológico. Existiu racismo com a criação deste ser do universo da J.K. Rowling? Não por que não era uma pessoa negra atuando, fato! Mas também não existiu preconceito sobre como seriam. Isso por que não existia um parâmetro pre-estabelecido de como deveriam ser e não foram condenados pelo resultado final pelo mesmo motivo.

Consegue perceber a diferença de preconceito e racismo? Que nem sempre onde há preconceito, há racismo? O racismo nada mais é do que um conceito errôneo e radical sobre diversos fatores no aspecto social e não físico e estético.

Ignorância

Se você parar para analisar, aqueles que criticaram a grande maioria que se expressou contra a Pequena Sereia negra e que por infelicidade e falta de conhecimento usaram a rashtag #NotMyAriel, também usaram de ignorância e preconceitos, seja de forma direta ou usando do próprio racismo velado que existe dentro de si para mostrar e provar que não existe dentro de si algo ruim sobre pessoas terem tom de pele mais escura que outras.

Muitos que se dizem não-racistas e que criticam como racistas pessoas que estão dizendo não serem racistas também, identificando fatos que provem tal racismo, estão mais que mostrando para outrem o quão atitudes racistas podem ter ao revelar o racismo velado que muitas vezes nem existe - como foi o caso identificado aqui de pessoas que criticaram o mudança para uma atriz negra por preconceito no medo da mudança e não da troca de tom de peles, envolvendo âmbitos sócio-meritocráticos.

Todos tem direito de expressão! Isso não quer dizer que posso usar deste meio para fins que corroem direitos de outrem. Mas cabe a cada um aceitar ou não a opinião alheia e não guerrear por visões contrárias.

Este post não está aqui para dizer que A está certo e B está errado, mas para justificar que nem tudo deve ser generalizado e que cada um pode seguir em frente com seus direitos e deverem sem precisar entrar em discussões desnecessárias em torno de temas que existe mais na verdade imaginária de cada um que na realidade de todos.

Opinião do autor

É muito difícil a Disney errar numa produção. Ainda mais dos seus clássicos... Havemos de confiar que o live action de A Pequena Sereia com a atriz negra Halle Bailey será um sucesso e que daqui há não sei quantos anos, quando a empresa recriar um rebut (ou não) com a clássica Ariel branca e ruiva, esse tipo de discussões tenham sido superadas.

Vamos deixar de mimimi por que nem sequer vimos a nova Pequena Sereia. Logo tudo ficará bem! 

Marcio Guerra avalia Christina Aguilera em Las Vegas

Está gravando aqui? Está gravando aqui? Hello póvus, este é o blog Fala MarVin e aqui vos trago um post sobre o canal de vídeos do Márcio Guerra Canto, mas não é um post aleatório e sim, falando exclusivamente sobre a avaliação que ele fez sobre a Christina Aguilera em Vegas, na residência The XPerience Tour. 


Para quem não conhece o Márcio Guerra, ele é um professor de canto que criou um canal no YouTube onde ele ensina aulas de canto com técnicas vocais, aquecimentos e tudo mais para quem deseja aprender a cantar. Porém ele foi ficando mais famosinho e querido pelo público quando começou a fazer reacts e avaliações de cantores famosos do mundo pop, principalmente.

As viada sem peito tudo adora ele falando das Divas pop. É tanto pedido pra avaliar Beyoncé, Lady Gaga, Lana Del Rey e todas as divas que amamos por aqui. Só que diferentemente do que imaginamos, Márcio Guerra adora muitas vozes que gostamos e nos presenteia com excelentes vídeos. Um deles foi a análise que ele fez da Christina Aguilera em Las Vegas, porém não está sendo muito bem visto pelos fãs por que o profeTuber se pronunciou muito claramente e pareceu duro e rígido, mas vamos entender bem o que ele quis dizer.

Cata o vídeo:


Não deve ser dúvida pra ninguém que Márcio Guerra adora a voz da Christina Aguilera. No próprio vídeo, ele explica a sua paixão pela diva e teve outros vídeos em que ele avalia muito bem, porém temos que entender o que ele quis dizer sobre a nossa queen.

Não usa muita técnica

Logo no início do vídeo ele diz que Christina Aguilera não usa muita técnica - o que não é uma verdade absoluta, por que sabemos que a nossa rainha não foi considerada a voz da geração à toa, e sim por cantar muito além das demais e servir de inspirações para gerações que vieram após ela. Isso graças a muita técnica, seja nas notas agudas, graves, falsetes, dançando e mantendo a mesma respiração e tudo mais. 

Apesar do comentário radical do professor, ele não deixa de estar certo. Muitas vezes Christina Aguilera deixa a emoção e o seus sentimentos aflorarem no meio da apresentação e nos traz muitas vezes novas harmonias e/ou arranjos que nos leva ao delírio. Por outro lado, podemos entender de que ela desempenha o seu dom de cantar, o que é diferente de alguém que usa técnicas.

Erro de nota

Sim, Christina Aguilera tem uma voz perfeita, mas infelizmente ela não é perfeita. Somos humanos, cometemos erros e estamos passíveis de que isso aconteça a qualquer momento em nossas vidas. Por que então que Christina não erre uma nota? 

Não vamos implicar com um fato! E muito menos, não vamos esquecer que esses erros não representam nem 5%, ou seja, 95% das vezes, Christina Aguilera manda ver.

Falhas na voz

Outro fato que não podemos negar ou reclamar são as falhas na voz da Christina Aguilera. Existem diversos fatores físicos que explicam este problema que pode acontecer com qualquer cantora, menos com a Britney, por que a versão de estúdio não erra (exceto se o CD ralar na hora do show - mas como hoje em dia é tudo online... rsrs).

Além dos fatores físicos no próprio aparelho vocal ("fonador" como ele disse), sabemos que a maratona de shows da Christina Aguilera em Las Vegas também pode trazer o cansaço na cantora e um momento ou outro isso possa acontecer, já que ela não é mais aquela que sabe o que uma garota quer. Na verdade, ela ainda sabe! Todo show ela sabe rsrs mas a referência é pra dizer que ela não é mais a novinha dos anos 2000.

Falsete

Em um dos vídeos avaliados pelo Márcio Guerra, Christina erra feio na nota e lança um falsete a la Mariah Carey. Não podemos negar que naquela apresentação foi legal, por que houve um erro, que pode ser explicado por um dos fatores já expostos anteriormente.

Exageros

Márcio Guerra diz que Christina Aguilera exagera demais! E ainda bem que ele se explicou no vídeo.  É fato que nossa queen vai além do que nossos olhos podem ver e ouvir, que somente fãs ávidos podem entender, mas que muitos outros, inclusive fãs, compreendem que tais exageros existam. Neste caso, trata-se de opinião e cada um tem a sua e acata quem quer. 

Neste vídeo Márcio Guerra não fala em tom de ofender e denegrir a imagem da cantora, mas sim, justifica a possibilidade de Christina Aguilera perder a voz em Las Vegas após maus usos e excessos em uma maratona de shows exaustivos da The Xperience Tour. Isso é fato! Pode acontecer com qualquer cantora. Em momento nenhum ele coloca algo contra a Xtina. 

Espero que possa entender que as avaliações do Márcio Guerra não foram destrutivas, muito menos foram levadas para o lado pessoal. Pelo contrário, ele avaliou somente o lado profissional dela - que é cantora, e dele, como professor de canto, e não como fã... Além de completar mais ainda o conteúdo do seu canal que é ensinar a cantar corretamente. 

Estamos combinados assim? Márcio Guerra é gente boa e tem muitas avaliações legal sobre divas do pop que vale a pena conhecer. 

As referências do clipe YoYo da Gloria Groove e IZA

O pop brasileiro estava morto há muito tempo mas agora ele parece ter ressuscitado após o lançamento do clipe YoYo da Gloria Groove feat IZA e nós não podemos deixar esse momento histórico passar despercebido.


Cheio de referências ao mundo pop, o clipe YoYo da Gloria Groove tem dado o que falar nas redes sociais. Praticamente 95% do público-alvo adorou o vídeo e a parceria com a IZA tornou o single mais poderoso ainda.

Uma das principais referências do clipe YoYo é a tão desejada continuação do clipe Telephone da Lady Gaga e Beyoncé. Aqui, Gloria Groove e IZA revivem aquela história das prisioneiras criado no vídeo da mothermonster.


A segunda referência pop no clipe é a clássica cena da tradicional família sentada na frente da TV que Katy Perry retratou muito bem no clipe Chained To The Rhythm. No clipe da Gloria Groove, ficou uma cena um tanto provocante.


A terceira principal referência do clipe está na coreografia da IZA, que faz os mesmos movimentos do clássico filme Perfect do John Travolta e da Jamie Lee Curtis, que se passa numa academia e nos presenteou com um momento memorável. É uma pena que não tivemos a Gloria Groove de hominho dançando como se fosse o John Travolta.


Ainda na mesma cena da IZA dançando no clipe, temos alguns passos na coreografia que são idênticos a outros realizados por divas americanas, como a Beyoncé no clipe Baby Boy.


Outra cena que faz parte da coreografia de outras cantoras é aquele que IZA está deitada no chão. Você consegue lembrar de onde é? Nicki Minaj em Anaconda? Rihanna em algum clipe?


No resumo da obra, YoYo é um marco do ano para o pop nacional e o clipe ficou uma belezura. Cópia ou não, inspiração ou não, referência ou não, queremos mais disto!

Sucesso, Glória Groove e IZA!

A história de Dark Ballet da Madonna

Nesta era Madame X, a rainha do pop Madonna veio com mais simbolismos que nunca. O clipe Dark Ballet é uma prova concreta disto. Um vídeo que é poético e prosaico ao mesmo tempo, envolvendo religião, gênero, diferenças étnicas, tudo o que a cantora já militou desde o início de sua carreira, só que desta vez, de forma mais artística.

Confira a seguir, a história de Dark Ballet da Madonna e o que há por trás do clipe.


Dark Ballet é o terceiro clipe lançado do álbum Madame X (2019). O primeiro foi Medellín com Maluma e o segundo foi Crave com Swae Lee. Neste, Madonna trouxe o feat não com um cantor, mas com um dançarino, Mykki Blanco, quem estrela o clipe do início ao fim.

A história do clipe de Dark Ballet é inspirada na vida e morte de Joana D'Arc, uma jovem que aos 16 anos saiu de casa para chefiar exércitos franceses contra os ingleses para recolocar o rei francês no trono, saindo vitoriosa, porém, na tentativa de salvar a cidade de Compiègne da mão dos ingleses, ela acabou sendo capturada e levada a um falso tribunal de inquisição, chefiado por um bispo que relatos informam que já estava com a missão de condená-la por bruxaria e heresia.

No vídeo, Mykki Blanco interpreta Joana D'Arc sendo perseguida e condenada por bispos e autoridades da igreja, fazendo menção a história da santa católica, mas também traça uma linha tênue sobre a história da Madonna.

Desde o início de sua carreira, Madonna é perseguida por suas excentricidades musicais, por suas visões ideológicas, militarismos por igualdades e pela relevância na indústria do pop, como já vimos num post aqui no blog sobre Madonna rainha do pop e da música.

 No clipe de Dark Ballet, ao retratar a história de Joana D'Arc, podemos perceber referências a vida e carreira de Madonna como ver o Cristo de Like a Prayer chorando, o corselete criado por Jean Paul Gaultier para a Blond Ambition Tour, relembrando momentos em que a cantora foi perseguida e condenada publicamente pela Igreja Católica no fim dos anos 80, e outras referências a Cabala, sistema filosófico-religioso judaico que Madonna crê há anos.


Dark Ballet marca o retorno de uma Madonna profunda e intensa, que não critica por criticar, mas procura ensinar e corrigir.

Dark Ballet é uma das músicas do álbum Madame X da Madonna, confira as primeiras impressões sobre o novo álbum da Madonna.

Séries de TV que eu amo


Desde que me entendo por gente amo séries. E para quem foi uma criança nos anos 90 a 2000, as séries eram muito mais comuns na televisão, já que naquela época não existia serviços de streaming como Netflix... Por isso este post vai lhe dar com o termo séries de TV, mas na lista virão demais séries que não foram para a TV mas que são preferidas. Confira!

Game Of Thrones


Indiscutivelmente Game Of Thrones é a melhor série de todos os tempos e também é a minha série preferida! Quem me conhece bem sabe que não gosto de modinhas e nem de compartilhar do mesmo gosto que a geral, mas GoT conseguiu quebrar essa barreira. Na verdade, por ser tão perfeita, a série é que chegou a massa. 

Friends


Durante muitos anos, Friends foi a melhor série de todas, na minha opinião. Ainda hoje assisto os episódios como se fosse a primeira vez. Mesmo conhecendo falas e tudo, ainda me acabo de rir das piadas e choro com os dramas dos personagens.

Sense8


A série original Netflix foi curta mas foi intensa! Por pouco ela desbanca Friends e se torna a minha terceira preferida. A trama é envolvente, os personagens são inspiradores... Tem ação, tem romance, tem drama... Tudo é perfeito em Sense8.

Oz


Talvez você não conheça essa série por que ela fez sucesso nos anos 2000 e marcou uma geração que acompanhava a realidade dos presos americanos no presídio Emerald City. Oz é uma série da HBO que passava nas madrugadas do SBT.

Jessica Jones


Outra série perfeita da Netflix é Jessica Jones e foi cancelada injustamente, deixando vários fãs da heroína desprotegidos.

LOST


Lost foi uma febre na época que foi lançada. Todo mundo queria saber o que tinha acontecido com o avião que caiu numa ilha deserta que escondia mistérios e paranormalidades. A série durou 6 temporadas mas infelizmente no meio do caminho acabou se perdendo nas explicações para seus próprios mistérios, mas nem por isso deixou de ser uma das minhas séries preferidas.

A Maldição da Residência Hill


Se você procura por séries de terror, A maldição da residência Hill não é bem a melhor delas, mas tem seus momentos de arrepiar. O mais legal da série é mesmo o drama vivido pelos personagens ao se deparar com a realidade do mundo dos mortos e assombrações de suas vidas. Os personagens são cativantes e a história é envolvente.

Glow



Sabe aquelas séries para assistir quando não tem mais nada o que assistir? Glow é um prato cheio! Isso por que ela nem é pretensiosa e nem audaciosa, mas acaba surpreendendo com o desenrolar de sua história ao passo que a gente vai conhecendo os dramas das personagens. Sorrateiramente ela te faz gostar desse grupo de mulheres doidas e quando pensa que não, a série já te conquistou!

Queer as Folk



Esta é uma série antiga que estão prometendo um comeback atualizado. Queer as Folk mostra a realidade do mundo gay em todos os seus aspectos, amoroso, sexual, social, pessoal... e definitivamente, para quem está se descobrindo, é uma série excitante.

The O.C.



The O.C. é melodramática sim e nós amamos! Um estranho no paraíso, como ficou conhecido no Brasil é uma das minhas séries preferidas, mas lamento dizer que ela só é boa até pouco tempo depois da morte da Marissa. Em seguida a série começa a se perder e enfim... mas antes disso, é bem gostoso de acompanhar a vida rica dos Cohen e como um moço simples vai se adequar a aquele mundo glamouroso.

Corretoras


Corretoras foi uma série que teve uma temporada bem curta e boa enquanto durou. No Brasil ela foi exibida pelo SBT, e lá fora fez sucesso como Hot Properties, mostrando a rotina de quatro amigas com personalidades bem diferentes vivendo no mundo dos negócios como corretoras. É uma comédia simples, mas bem engraçada.

Confira a lista Melhor de Tudo e Coisas que amo e veja mais listas como esta!