Séries de TV que eu amo


Desde que me entendo por gente amo séries. E para quem foi uma criança nos anos 90 a 2000, as séries eram muito mais comuns na televisão, já que naquela época não existia serviços de streaming como Netflix... Por isso este post vai lhe dar com o termo séries de TV, mas na lista virão demais séries que não foram para a TV mas que são preferidas. Confira!

Game Of Thrones


Indiscutivelmente Game Of Thrones é a melhor série de todos os tempos e também é a minha série preferida! Quem me conhece bem sabe que não gosto de modinhas e nem de compartilhar do mesmo gosto que a geral, mas GoT conseguiu quebrar essa barreira. Na verdade, por ser tão perfeita, a série é que chegou a massa. 

Friends


Durante muitos anos, Friends foi a melhor série de todas, na minha opinião. Ainda hoje assisto os episódios como se fosse a primeira vez. Mesmo conhecendo falas e tudo, ainda me acabo de rir das piadas e choro com os dramas dos personagens.

Sense8


A série original Netflix foi curta mas foi intensa! Por pouco ela desbanca Friends e se torna a minha terceira preferida. A trama é envolvente, os personagens são inspiradores... Tem ação, tem romance, tem drama... Tudo é perfeito em Sense8.

Oz


Talvez você não conheça essa série por que ela fez sucesso nos anos 2000 e marcou uma geração que acompanhava a realidade dos presos americanos no presídio Emerald City. Oz é uma série da HBO que passava nas madrugadas do SBT.

Jessica Jones


Outra série perfeita da Netflix é Jessica Jones e foi cancelada injustamente, deixando vários fãs da heroína desprotegidos.

LOST


Lost foi uma febre na época que foi lançada. Todo mundo queria saber o que tinha acontecido com o avião que caiu numa ilha deserta que escondia mistérios e paranormalidades. A série durou 6 temporadas mas infelizmente no meio do caminho acabou se perdendo nas explicações para seus próprios mistérios, mas nem por isso deixou de ser uma das minhas séries preferidas.

A Maldição da Residência Hill


Se você procura por séries de terror, A maldição da residência Hill não é bem a melhor delas, mas tem seus momentos de arrepiar. O mais legal da série é mesmo o drama vivido pelos personagens ao se deparar com a realidade do mundo dos mortos e assombrações de suas vidas. Os personagens são cativantes e a história é envolvente.

Glow



Sabe aquelas séries para assistir quando não tem mais nada o que assistir? Glow é um prato cheio! Isso por que ela nem é pretensiosa e nem audaciosa, mas acaba surpreendendo com o desenrolar de sua história ao passo que a gente vai conhecendo os dramas das personagens. Sorrateiramente ela te faz gostar desse grupo de mulheres doidas e quando pensa que não, a série já te conquistou!

Queer as Folk



Esta é uma série antiga que estão prometendo um comeback atualizado. Queer as Folk mostra a realidade do mundo gay em todos os seus aspectos, amoroso, sexual, social, pessoal... e definitivamente, para quem está se descobrindo, é uma série excitante.

The O.C.



The O.C. é melodramática sim e nós amamos! Um estranho no paraíso, como ficou conhecido no Brasil é uma das minhas séries preferidas, mas lamento dizer que ela só é boa até pouco tempo depois da morte da Marissa. Em seguida a série começa a se perder e enfim... mas antes disso, é bem gostoso de acompanhar a vida rica dos Cohen e como um moço simples vai se adequar a aquele mundo glamouroso.

Corretoras


Corretoras foi uma série que teve uma temporada bem curta e boa enquanto durou. No Brasil ela foi exibida pelo SBT, e lá fora fez sucesso como Hot Properties, mostrando a rotina de quatro amigas com personalidades bem diferentes vivendo no mundo dos negócios como corretoras. É uma comédia simples, mas bem engraçada.

Confira a lista Melhor de Tudo e Coisas que amo e veja mais listas como esta!

His Dark Materias é a nova aposta da HBO

Depois do estrondoso sucesso de Game Of Thrones, a HBO se prepara para lançar a nova série His Dark Materials e espera que esta produção cative o mesmo público, apesar de trazer uma gênero totalmente diferente. Vamos então saber sobre o que fala esta nova série?


His Dark Materials é uma série de TV que é inspirada em uma trilogia de livros escritos por Phillip Pullman chamados de Mundos Paralelos, Os Reinos do Norte, A Torre dos Anjos e O Telescópio de Âmbar e traz pra gente aquele fantástico mundo paralelo onde as almas dos humanos se transformam em animais de companhia chamados demônios que a gente conheceu bem no filme A Bússola de Ouro (2007). 

A série His Dark Materials segue a história de Lydia Belacqua, uma criança que viaja para o Ártico para encontrar um amigo e acaba envolvida num grande mistério relacionado com crianças desaparecidas. A viagem de Lydia culmina com uma guerra entre mundos pelo poder mítico.

A HBO ainda não divulgou quando será lançada a série His Dark Materials e nem sabemos ainda qual será o nome da série em português, mas podemos esperar que será um sucesso e estamos garantidos de que haverá segunda temporada por que já está tudo encabeçado. Agora, só nos resta sentar e esperar por essa nova aposta da HBO.


Nightmare da Halsey tem potencial

Olha quem apareceu aqui no blog: Halsey! Dessa vez não é para receber duras críticas como acabou sendo incluída em algumas listas, mas sim para ser elogiada por seu clipe Nightmare.


É notório o quanto a novinha do pop cresceu e tem amadurecido em seu trabalho. Nightmare prova bem isto, tanto na seriedade de sua mensagem, como na direção de arte e na expressão da cantora que assumiu perfeitamente o papel proposto no vídeo.

A sensação que dá ao assitir o clipe Nightmare da Halsey é que poderia ser facilmente um clipe da Rihanna, Beyoncé, Lady Gaga, Pink ou qualquer outra mega star. Isso acaba provando que a Halsey tem potencial suficiente para crescer mais e mais e quem sabe se tornar rainha.

Por falar em Pink... Em várias cenas, Halsey se parece com a rockeira P!nk no início da carreira. 

Nightmare da Halsey tem potencial até de mudar o nome do fandom da cantora! Tipo: os fãs da Halsey se chamarem de nightmares. 

Desejo sorte a cantora e que ela cresça mais e mais. Sucesso!

Crítica de Vingadores Ultimato

Já faz quase uma semana que o filme mais esperado de 2019 foi lançado e arrastou milhões de pessoas aos cinemas e arrecadou outros bilhões de dólares, batendo recordes mundiais. Sim, estamos falando do filme Vingadores: Ultimato ou Vingadores: Endgame como preferir.

É sobre este filmaço que vamos falar e também fazer sérias críticas ao queridinho do público geral. E de já, avisa-se: Este post contém spoiler. Se você ainda vai assistir Vingadores Ultimato, é melhor nem continuar a ler este link. Mas se já assistiu o filme completo, está de boa. Segue em frente!


A crítica ao filme começa pela história por si só. Todos sabemos que Vingadores: Ultimato marca o fim de uma era na história de vários heróis da Marvel que tem ganhado filmes ao longo de 10 anos. E como um bom final feliz, o filme dá a todos as 'fanbases heroiquescas' suas devidas finalizações. Só que o raso desenrolar do enredo feito acaba fazendo que muitos perdendo valores na grandiosidade do universo compartilhado que foi criado durante anos para diferentes histórias dos heróis.

Todos os heróis da Marvel estão ali para derrotar o Thanos e cada um tem seu objetivo pessoal para conseguir isto. Eles se unem e trabalham em equipe para obter o sucesso. Até aí, tudo bem! O momento começa a complicar quando o explicar da história em si de Vingadores: Ultimato encontram respostas bobas para dar sequência lógica para o fim do Vingadores: Guerra Infinita em resoluções rasas. Quais estas respostas que vieram com péssimos desenvolvimentos?

Péssimo uso da Capitã Marvel

Capitã Marvel veio do espaço para ajudar a derrotar o Thanos e o próprio filme dela criou uma grande expectativa de que seria uma batalha épica e na hora, o primeiro momento do filme nos entrega uma explicação boba de que ele foi viver a vida dele num planeta qualquer e que ele destruiu as joias do infinito para que o universo mantivesse um equilíbrio e tals... Tipo, what?

Como assim Vingadores: Guerra Infinita tem metade dos seres vivos do universo mortos por um vilão que queria ser um fodão e depois que ele consegue, tudo fica chato e ele vai ser nada com coisa nenhuma num planeta qualquer? Por mais que a explicação seja poética, não foi nada épico ou heroico como deveria estar em consonância com o filme.

Daí, voltando a Capitã Marvel... Qual se torna o papel dela mesmo no que seria o fim da história do Vingadores: Guerra Infinita? Só voar para não sei onde e descobrir onde o Thanos está vivendo e levar os vingadores para lá. Ou seja, não exigiu muito dela pra isso. Pra que então criar tanta expectativa de uma heroína fodona se ela nem sequer mostraria os seus poderes?

Explicação da máquina do tempo

Por sorte, Vingadores: Ultimado tem esse plot twist de encontrar uma nova solução para recuperar os heróis perdidos que foram mortos pelo Thanos num estalar de dedos, mas o desenvolvimento também é farjuto e qualquer criança pensaria nisto em menos de 30 minutos de conversa e eles passaram quase mais de cinco anos para pensar que poderia ser possível criar uma máquina para voltar no tempo.

Será que foi preguiça de pensar numa forma de os vingadores que não morreram no estalar de dedos do Thanos conseguir derrotá-lo usando as manopla com as joias do infinito? Vou acreditar que não e pensar que essa solução para trazer de volta os heróis da Marvel partiu de um brainstorm de nerds fanáticos em uma grande convenção de fãs. E simplesmente aceitar, por que foi um dia legal e nostálgico que motivou a direção do filme a escolher o resultado final que temos hoje.

Importância do Homem-Formiga

A sacada do Homem-Formiga preso no universo quântico retornar para a realidade após um rato pisar de maneira certa numa sequência de botões fazendo um computador quase que destruído por completo trazer de volta ao tamanho normal foi algo que desce rasgando na garganta.

Após isto, ele tem toda a ideia de ir no reino quântico e criar uma máquina do tempo que conseguiria voltar atrás e mudar a história toda que dá continuidade a história do seu filme isolado, então todos bolam este plano e executam se tornando vários homens-formigas voltando no tempo cada um com uma missão.

O que não ficou claro neste momento foi qual a importância de todos virarem formigas? A máquina construída não era grande o suficiente para cada um ir em seu uniforme? O que faz deles viajantes do tempo é o fato de eles ter um equipamento tecnológico com recursos avançados e não os super poderes do homem-formiga, que por sinal, nem são tão patológicos assim. Tem mais recurso tecnológico do que propriamente algo que é do corpo dele mesmo. Neste caso, Tony Stark poderia ter feito algo bem pessoal pra cada um. Enfim... próxima questão!

Retorno de Tony Stark

Tony Stark que estava há anos vivendo uma vida normal com sua família, receber os seus amigos heróis (aqueles que ele ainda estava ressentido por ter fracassado contra a batalha com Thanos e que o deixou morrer no espaço durante sei lá, quanto tempo) e ser convencido por eles quase que instantaneamente, mesmo ele tivesse negado com veemência de que não ajudaria a correr risco de tudo dar merda de novo, mesmo sabendo que existiria uma possibilidade.

Ainda nele... Tony Stark que estava vivendo praticamente uma vida pacata sem tecnologia, simplesmente conversar com a Sexta-Feira e rapidamente criarem uma super máquina do tempo e do protótipo de uma ideia terem a certeza de que funcionará perfeitamente na realidade.

Neste caso, não podemos nem duvidar da geniosidade e inteligência do personagem e dos recursos tecnológicos do universo em que eles vivem, mas a narrativa para nós, telespectadores, poderia ser algo mais complexo. Nem precisávamos ver como ele conseguiu dizendo quase que palavras mágicas para um computador de ponta. Poderia ser só uma elipse que entenderíamos que ele se preparou, trabalhou duro e voltou com sede de vitória.

3 horas de filme

Quando soubemos que Vingadores Ultimato teria 3 horas de filme, imaginamos que elas seriam perfeitamente aproveitadas. Por que afinal, estamos falando de um mega investimento de Hollywood e que cada segundo vale mais do que um reles mortal ganharia por mês. Mas não... o filme perdeu muito tempo em conversa fiada e ressentimentos dos personagens.

A primeira hora do filme Vingadores Ultimato parece mais uma ressaca do último filme: Vingadores Guerra Infinita. Ele demora engatar por que dá-se todo o espaço para que a gente sinta na pele a dor dos personagens, carregue com eles o luto pela morte dos demais, crie esperança no mesmo tempo e reacenda o fogo de uma nova tentativa e corra em rumo da explosão que será a grande batalha contra o Thanos. 

Nada disso é errado de ter no filme! O errado foi a forma como as coisas aconteceram... Era muito drama particular para ser sentido! Tinha o fracasso do Capitão América, a tristeza da perda da família do Gavião Arqueiro, o drama da Viúva Negra em assumir a responsabilidade pelos Vingadores, entre outros. Como qualquer um, temos nossos personagens preferidos, mas a grande maioria gosta de todos. Então esse intuito de emocionar muito, ficou meio confuso.

Morte da Viúva Negra

Por falar em emoção de verdade, muitos ficaram de luto ao ver e/ou descobrir que a Viúva Negra morre no filme Vingadores Ultimato. De fato é uma dor muito grande a perda da agente Natasha Romanoff, mas não precisava ser logo ela. Tinham tantos personagens secundários e terciários... mas é de se entender a ideia da Marvel, visto que o filme da Viúva Negra vem aí.

O que não dá pra aceitar é que exista uma lei universal em relação às joias do infinito que diz que ela se sacrificou por uma magia inversível e daqui há alguns filmes, ela retorne com a cara mais limpa de que existia uma possibilidade: criar uma máquina do tempo que vai no reino quântico mágico.

Não dá é pra acreditar que de fato ela tenha morrido para a história dos Vingadores, mas enfim, vamos aguardar a volta da agente especial no seu spin-off que com certeza será um grande sucesso.

Mau uso dos personagens

Não dá pra aceitar que em 3h de filme Vingadores Ultimato não tenha conseguido usar corretamente a quantidade de personagens que tem. A primeira a ser comentada neste post foi a Capitã Marvel, que tinha se criado uma expectativa e na hora H pouco vimos ela em batalha. Ela voou aqui, deu uns murros aqui e ali no Thanos, mas nada muito excepcional como estamos costumados a ver.

O guardião da galáxia Peter Quill quase não apareceu em cena também. Dá pra contar menos que 10 cenas e somente em uma vimos ele sendo ele mesmo.

Pantera Negra correu aqui e ali com a manopla do Thanos, fez um carão aqui e ali e só. Tivemos pouco desenvolvimento do herói de Wakanda em cena.

Thor passou a maior parte das cenas fazendo uma comédia pastelão e não tivemos o herói sério e responsável que faz parte de quem ele é. Essa ideia de deixar Thor mais humorado não foi bem recebida em Thor Ragnarok e mesmo assim, os diretores estão insistindo em desconstruir o personagem. Será que vão conseguir?

A Feiticeira Escarlate por sua vez teve o que todos os outros heróis mereciam: um momento para mostrar o quanto é poderosa ao lutar contra Thanos, ainda que a força entre eles fosse desleal. Mas pelo menos vimos que ela uso o máximo que tinha e tivemos cenas impressionantes de sua ação em campo de batalha.

O queridinho do Stan Lee ganhou mais destaque pela emoção em reencontrar Tony Stark do que propriamente para mostrar suas habilidades de Homem-Aranha. No máximo ele só fugiu como pode, usando os recursos que tinham na hora.

A guerra contra Thanos

A grandiosidade apocalíptica criada para a guerra contra o Thanos necessitava que tivessem todos os povos do universo para batalhar pela vida. Isso não está errado! O problema foi a falta de tempo para mostrar cada herói dar o melhor de si.

O que tivemos foi só o que cada um pode fazer quando precisa fugir. Por um momento, dava até para pensar que eles estavam jogando futebol americano: a manopla era bola e cada um estava correndo para o outro lado do campo para fazer um ponto.

Feminismo 

Cada vez mais na moda, o feminismo no filme Vingadores Ultimato também se fez presente. Em um momento bem épico e exclusivo, tivemos a cena das heroínas da Marvel juntas contra Thanos. Nada contra o feminismo, mas já está virando clichê cenas assim.

A presença e importância de grandes mulheres como a Capitã Marvel, Viúva Negra, a Vespa, Feiticeira Escarlate, Gamorra entre outras já tem representatividade suficiente para entendermos que existem mulheres fortes e que elas merecem estar e ir onde quiserem.

Força do Thanos

Por fim, temos que falar sobre a força do Thanos, que no filme Vingadores Guerra Infinita recebeu críticas por não demonstrar o seu verdadeiro poder e neste Vingadores Ultimato conseguimos o ver em cena, na grande batalha, porém... ainda de forma mais passiva.

Thanos lutou contra os heróis da Marvel aqui e ali, mas o que o personagem queria mesmo era pegar a tal da manopla com as joias do infinito. A preocupação dele era só pegar a bendita da manopla pra estalar os dedos e matar todo mundo. Faltou um pouco de feeling de vilão nele para encarar os inimigos com força brutal. Mas enfim...

Feitas todas estas considerações, é lamentável pontuar Vingadores Ultimato com uma nota máxima. O filme é excelente, isso é inegável, mas deixou muitas coisas a desejar. Então com uma dor no coração, ficaremos com a seguinte pontuação pro filme.

Nota: 7,5

Sobre o episódio 8x03 Game Of Thrones e as cenas que faltaram

Quase todos os fãs de Game Of Thrones assistiram o episódio completo 8x03, ou seja, o terceiro episódio da oitava temporada da série do Jon Snow e Daenerys Targaryen, então está valendo comentar sobre as cenas que faltaram e cenas que poderiam ser diferentes neste episódio.

Só um detalhe: aqui neste post você não vai encontrar o link para baixar o terceiro episódio da oitava temporada. Não temos este link para download. Vamos somente comentar sobre o episódio, valeu?


O episódio 8x03 de Game Of Thrones ganhou o título de A Longa Noite ou The Long Night (título original em inglês) e traz a principal batalha da série da HBO: o momento que os povos de Westeros sediados em Winterfel casa dos Starks confrontarão os white walkers ou vagantes brancos liderados pelo Rei da Noite.

De fato, a longa noite ganhou um longo episódio e nós amamos muito isso. Claro que pelos fãs de Game Of Thrones, este episódio e tantos outros seriam deste tempo de duração para mais. Certamente 2h de batalha seria pouco. Isso por que amamos essa série e queremos sempre mais. Por esta razão que vamos falar a partir de agora as coisas que poderiam ter neste que foi o maior episódio da série.

Batalha dos dragões

Todo mundo viu que o episódio tem várias cenas dos dragões da Daenerys voando pelos céus de Winterfel e jogando fogo nos zumbis. Só que nós queríamos mais. Se você perguntar aos fãs da série, descobrirá que as melhores cenas da Longa Noite foram as batalhas dos dragões e isso foi o que menos tivemos. Se contarmos, tem praticamente menos de 10 cenas.


De que nos adianta ter três dragões e não termos tantas cenas assim? Queríamos ver mais perseguições, mais fogo, mais ação. Assim como um duelo mais do que esperado. Que é o próximo item desta lista!

Dragão de Fogo vs Dragão de gelo

Tivemos um duelo bem eletrizante entre o dragão de gelo Viserion e os dragões de fogo Drogo e Rhaegar, mas não tivemos a clássica cena de um jogando fogo no outro e medindo poderes. Um jogando fogo amarelo e outro jogando fogo azul.


Praticamente não vimos os dragões da Daenerys jogando fogo no dragão zumbi do Rei da Noite, mas o contrário aconteceu e muito.

Luta épica de Jon Snow

Continuando a falar dos dragões... Já que Jon Snow não foi o escolhido para matar o Rei da Noite, e sim a poderosa Arya Stark, bem que os diretores da série poderiam ter dado ao bastado do Ned Stark uma cena mais épica como ter matado o Viserion ao invés de ter colocado o Jon escondido e com medo no ápice da batalha.


Jon Snow cavalgando o dragão zumbi de gelo e cortando a cabeça dele teria sido mais heroico. E ninguém diria que ele praticamente não fez nada na batalha da Longa Noite.

Sansa e a adaga de vidro de dragão

Outra que não fez nada o episódio inteiro foi a Sansa. É justificável o porquê, mas já que ela estava lá nas criptas com as mulheres, crianças, viados e anão, por que não dar uma de heroína na hora que as caveiras começaram a sair dos túmulos dos starks?


Sansa bem que poderia ter matado os zumbis da família dela usando a adaga de vidro de dragão dada pela Arya no início do episódio. Aproveitava que estes zumbis estavam saindo aos poucos e aparentemente era uma situação fácil de ser solucionada e não ficar escondida com o Tyrion.

Estratégia do Tyrion Lanister

Por falar em Tyrion... Ele deveria ter desobedecido a Daenerys e ter ido para o campo de batalha ver o que poderia contribuir para a vitória dos vivos contra os mortos.

Emaculados contra Zumbis 

O exército mais poderoso até então apresentado em Game Of Thrones era do Emaculados de Meerin. Eles eram fortes e destemidos, mas na hora que veio uma manada desesperada de zumbis que não pensavam em nada além de comer os vivos, eles pareceram sem ação de luta.


Era de se entender que tais zumbis fossem como os piões, que fossem na frente para morrer primeiro. Mas seria melhor se os emaculados dessem conta daquele exército de ossos vivos. Os emaculados ficaram somente na defesa e faltou ataque. Bem que eles poderiam ter sido mais astuciosos e eficazes e dando conta de zumbis.

Batalha dos Vagantes brancos 

Nós tínhamos excelentes cavaleiros no campo de batalha: Brienne De Tarth, Verme Cinza, Jorah Mormon, Perdigueiro ou até mesmo o Jamie Lannister e não vimos ótimos desempenhos que eles mereciam. Em contrapartida, além do Rei da Noite, tínhamos aqueles vagantes brancos sentados a cavalo que não vimos entrar em batalha.


Praticamente tínhamos um bom cavaleiro para um white walker em batalha. A luta era praticamente de igual para igual. Ainda que não fosse, nos dariam cenas perfeitas. Cenas estas que faltaram no episódio 8x03 de Game Of Thrones.

Aço Valeriano e Vidro de dragão serve pra que

Na sexta e sétima temporada de Game Of Thrones só se falava desses dois materiais poderosos que matavam vagantes brancos e que eles seriam necessários para a vitória da batalha da longa noite, mas na hora do pega-pá-cá-pá, as espadas e lanças ficaram em último plano.

Não que fosse importante mostrar esses detalhes, mas nos dariam cenas perfeitas, uma espadada aqui e acolá também é gostoso de se ver numa batalha de cavaleiros medievais. 

Os poderes do Bran Stark

Teve um momento que o Bran saiu do seu corpo e foi parar num corvo de três olhos, mas acho que não ficou muito claro o objetivo dele em voar bem perto do Rei da Noite.


O que ficaria mais legal era ver Bran usar seus poderes de corvo de três olhos de alguma outra forma, nem que fosse numa batalha mentar contra o rei da noite, antes mesmo do encontro deles.

Enfim... Estes foram algumas das cenas que faltaram no episódio 8x03 de Game Of Thrones. Sentiu falta de algo neste episódio? Comenta aí!

Matriz álbum da Pitty é bom

Olha ela!!! Pitty lançou o quinto álbum de estúdio. O nome dele é MATRIZ e nós precisamos falar sobre, por que a rockeira nunca lança coisa ruim, então, já vamos de spoiler de já: o álbum é bom! Não o julgue pela capa feia...


Sempre que vamos avaliar um álbum aqui no blog, começamos pela capa, só que foi bem aqui o primeiro erro da Pitty. A capa de Matriz é podre de feia! Pela fotografia, pela paleta de cores, pela fonte escolhida... enfim, tudo ficou ruim. Apesar de chamar atenção pelo vermelhão, a direção de arte não remete a Pitty quando olhamos a capa a primeira vista.

Muitos criticaram a mensagem por trás, por conter visão religiosa e tals. Não é por isso que a capa ficou ruim! O todo está muito amador. Parece até que foi uma criança de 12 anos que fez. Talvez se a própria Pitty tivesse usado um app de edição de foto, saísse algo mais bonito.

Criticada a capa do novo álbum da Pitty, vamos agora para as músicas de Matriz.

Bicho Solto

Pitty adora colocar uma história em suas músicas. Sempre traz um ser inanimado em alguma de suas músicas. Em Bicho Solto ela é o próprio ser, um bicho que se domesticou para fazer parte do jogo, mas que ainda tem as origens selvagens. Será que ela fez uma metáfora de si própria? 

Bicho solto é sombria e tem batidas dançantes. Está aprovadíssima. O álbum iniciou de fato com pé direito.

Noite Inteira

A segunda música do álbum Matriz já é uma conhecidinha. Noite Inteira é ótima e tem um som bom. O refrão é meio repetido, mas é empolgante. Sem dúvida entra na lista dos hinos da Pitty.

Ninguém É de Ninguém

Nós queremos rock e Pitty nos deu isso! A música Ninguém é de Ninguém faz bem a linha dos primeiros álbuns da Pitty. Aposto que muitos fãs vão gostar desse punkzinho.

Motor

Nós amamos as baladas da Pitty né? Motor é a mais novinha. A história é fofinha e a melodia é apaixonante. Fãs dos Beatles dirão que tem um sample de Lucy in the Sky with Diamonds.

Saudade (Vinheta)

É difícil ver cantores brasileiros fazer interludes em álbuns. Pitty mantém o padrão muito superior ao que vemos nesse Brasilzão. Saudade traz uma frase poética recitada por Pitty. Não deixa de ser também uma verdade, como aquelas que a cantora sempre expressa por onde passa.

Roda

O rock não para! Roda traz uma guitarra pesada e um rock bem punk que vai fazer muita gente vibrar, porém quem gosta mesmo de música alternativa, vai amar o plot twist que ela dá quando entra uma espécie de rap. Podemos até dizer que essa roda cantou pneu e tomou outro rumo.

Azul (Vinheta)

Olha só! Outro interlude no álbum da Pitty. Azul também é um pensamento citado por Pitty. Apesar de ser bem criativo e inspirador ter estas 'vinhetas' como chama a cantora, seria legal ter isso cantado ou mesmo, harmonizado com algum som. 

Bahia Blues

Pitty está bem baiana nesse álbum. Coloca um nordeste aqui, uma Bahia ali, um som aculá e o álbum vai recebendo um axé maior que os da Ivette Sangalo. Mas por sorte não tem aquele estilo de música da baiana... Bahia Blues é um rock metalizado bem gostoso de ouvir. Pra mostrar que música baiana e sobre terreiro não tem obrigação de ter batuque de tambor.

Te Conecta

Te Conecta é uma das melhores músicas de Matriz da Pitty, isto é, se não for a melhor. O som é bom, é envolvente e faz o nosso coração pulsar nesse reggae. Para pra pensar, presta atenção no som e se conecta com essa música da Pitty.

Redimir

Até as músicas mais fraquinhas são boas. Até aqui Redimir é a menos ótima e ainda assim é muito boa. Se colocasse ela em álbuns antigos da Pitty, com certeza esta música se tornaria um hino. Não no primeiro álbum, que ali é perfeito do início ao fim, mas no demais, sim!

Para o Grande Amor

Outra música boa, mas um pouco abaixo das demais é Para o Grande Amor, mas como o nível do álbum Matriz está lá em cima, esta canção não arranha em nada os parabéns a obra.

Submesa

Você não entendeu errado, é Submesa e não sobremesa! A música é um amorzinho, o som da guitarra da Pitty só envolve mais ainda a gente na história cantada por ela.

Sol Quadrado

Pitty só pode estar doida ou estar querendo que a gente fique doido, mas é de amor por ela. Sol Quadrado é normal no início mas a música encerra bem diferentona e diferente do que costumamos ouvir da cantora. A música deveria ser naquele gingado desde o início, mas enfim, a gente só passa pelo que tem que passar, por isso, está aceita a música Sol Quadrado do jeito que ela é. Sem dúvidas, ela uma das melhores do álbum. Assim, Matriz se encerra com chave de ouro.

Fazia tempo que não se via um álbum brasileiro bom do início ao fim. É de ficar feliz com as últimas produções lançadas por super stars da música brasileira. Recentemente vimos aqui no blog que Pabllo Vittar fez um ótimo trabalho com o álbum Não Para Não e agora Pitty chega e arrasa com Matriz. Só nos resta desejar que mais nomes da música faça o mesmo. Que consigam um feito que nem artistas internacionais tem conseguido: lançar um álbum bom do início ao fim.

Num é dona P!nk... que álbum é aquele Hurts 2B Human? Tá fraquinho...

Se antes eu tinha dúvida se gostava ou não da Pitty, agora eu posso dar certeza de que me tornei fã e amo.

Sobre Hurts 2B Human da P!nk

Esse post poderia começar dizendo que Pink lançou um novo álbum, mas a verdade é que ela não faz isso há décadas. A cada ano que passa ela lança sempre uma nova arte. E para não perder o costume, vamos fazer uma avaliação de todas as músicas de Hurts 2B Human.

Vamos começar pela capa do álbum Hurts 2B Human. O rosto de P!nk estampa o novo álbum, só que ele não vem totalmente exposto, existe um esquema de mosaico todo colorido que deixou o poster todo psicodélico, mas não remete a popart, mas sim um estilo futurístico, consoante com a temática do novo álbum. 


O nome do álbum também sugere a mesma ideia. É futurístico mas não chega a ser cibernético. O significado do nome do álbum Hurts 2B Human é " a dor de ser um humano". Tem haver com o futuro dos sentimentos e relacionamentos daqui pra frente. Como você acha que será o futuro?

Agora vamos para as primeiras impressões do álbum Hurts 2B Human ouvindo faixa-a-faixa.

Hustle

A primeira música de Hurts 2B Human é animada, meio agitada e parece aquelas músicas de baile dos anos 50. Se virar single, certamente P!nk poderá dar uma nova cara para esta canção.

(Hey Why) Miss You Sometimes

P!nk continua na mesma vibe da canção anterior. Só que aqui temos um rock leve mesclado com um som mais eletrônico. 

Walk Me Home

Esta muitos já conhecem: foi o primeiro single lançado e ganhou um clipe top em que Pink vai andando e dançando sozinha na rua acompanhada de sombras. A música é linda e até nesta altura do álbum, está diferentona das demais e bem parecida com outros hinos da P!nk.

My Attic

Esta canção parece bem com músicas de outros álbuns da Pink. Ou seja, mantém o padrão P!nk de músicas: é romântica, tem aquele gritinho libertador, como se estivesse liberando sua emoção.

90 Days 

O feat com o Wrabel é uma música romântica que Pink sabe muito bem como interpretar. Os vocais ficaram ótimos e a sincronia entre eles é impecável no refrão. 

Hurts 2B Human

A faixa-título do álbum é um feat com o Khalid e também já tinha sido divulgada antes do lançamento de Hurts 2B Human. O dueto tem o mesmo estilo da música anterior. 

Can We Pretender

A música mescla entre momentos agitados e mais parados, mas isso não é ruim, só é diferente. E no caso de Pink, é um estilo bem novo. Parece uma música eletrônica daquelas que tocam em festas de Miami. Esta é uma música para pool party.

Courage

Coragem para ouvir esta música! O nome já promete uma canção profunda e esta consegue honrar o nome. Courage é uma das melhores músicas do álbum Hurts 2B Human.

Happy

A música Happy da Pink não tem nada haver com o hino do Pharrell Williams, mas a música é alegrinha em tom de rock leve. Em partes é até romanticazinha. 

We Could Have It All

O som inicial dessa música lembra a intro de Trouble da Pink, a primeira música do álbum Try This (2003). Bateu até uma nostalgia. Em seguida, a música começa a se parecer com Who Knew. Que coisa, não? Depois, a faixa ganha sua própria personalidade.

Love Me Anyway

O feat com o Chris Stapleton é uma das músicas mais românticas da Pink deste novo álbum. Enquanto só ela canta, tudo bem, mas quando ele entra, não tem como não se arrepiar e não gostar da música.

Circle Game

Tem piano? Tem Pink? Pode esperar que a música é boa. É o caso de Circle Game. Podemos sentir a emoção que a cantora sempre coloca nesse tipo de canção e que a torna única.

The Last Song of Your Life

Tem violão? Tem estilo country? Pode ter certeza absoluta que vira uma das melhores músicas da Pink de todos os tempos. É o caso de The Last Song Of Your Life! Esta ainda não é a última canção de sua vida, nem da vida da P!nk, mas entendemos qual a proposta da cantora. Principalmente quando conferimos a letra da música.


No resumo da obra, temos um álbum 'simples', denso, com músicas parecidas com o que costumamos ver Pink cantando, porém com novidades na música que nunca tivemos a experiência de ver a cantora realizar. Isso até nos deixa um questionamento: será que P!nk quer andar por novos caminhos? Tipo: música eletrônica e dançante? Só esperando pra ver...

Esta foi a avaliação sobre Hurts 2B Human da Pink. Qual a sua avaliação deste álbum? Deixe seu comentário no blog!

Madonna, Maluma, Medellín e as novidades do clipe

Finalmente Madonna retornou à história da música, e desta vez, bem diferente do que costumamos ver. O tão esperado lançamento foi do clipe Medellín com o Maluma e ele veio cheio de surpresas boas e novidades.

A primeira novidade que já era esperada foi ver Madonna fazendo par romântico com Maluma. No clipe eles se conhecem, se amam, vão para a cama e acabam casando. Aparentemente é um amor proibido, mas pela letra da música Medellín, não é nada demais, é somente um casal apaixonado mesmo. Só que muita polêmica deve ser levantada aí por conta da idade entre eles. O que é uma bobagem esse tipo de comparação: Madonna está linda como aos 30.


A segunda novidade do clipe, que não era tão novidade assim foi ver Madonna morena. Quem segue a cantora no Instagram viu que ela pintou os cabelos loiros em madeixas negras e todo mundo ficou louco sem saber o que estava acontecendo. Se MadameX seria morena em toda essa temporada, se seria somente um clipe, ou um alter ego, enfim, o clipe Medellín meio que não explicou nada, mas mostrou Madonna loira e morena juntas. 


A terceira novidade foi ver Madonna vestida de noiva no clipe Medellín. Uma das imagens mais icônicas da rainha do pop sendo expressa mais uma vez em um momento de sua carreira. Tivemos a estreia marcante na era Like a Virgin, depois um pseudo reboot no VMA 2003 quando Madonna beijou Britney Spears e Christina Aguilera e agora finalmente ela casando com um amor.


Outra novidade do clipe também foi ver Madonna gravar o vídeo em cenário externo. Quase sempre ela grava os clipes em estúdio e/ou lugares fechados. Desta vez ela correu montada num cavalo no que acreditamos ser uma fazenda... mas enfim, todo o cenário era real, não havia efeitos especiais ou fosse um mega estúdio de Hollywood. 

Se bem que a cena do cavalo não mostra que de fato é a Madonna e o Maluma em cena, mas como sabemos que ela cavalga muito bem, podemos ter essa certeza.


No final das contas o clipe é bonito, apaixonante, mas é simples. Comparado a demais estreias álbum, Medellín foi a mais fraquinha. No resumo da obra, temos só a paixão de Madonna e Maluma e a festa de casamento. 

Desta vez Madonna não criticou ninguém, não desafiou, não militou... simplesmente curtiu o momento dela e a vida dela. Isso é bom, por que ela não é obrigada a sempre fazer algo grandioso e único toda vez. A música é dela, o momento é dela e os sentimentos são dela. Ela faz o que quer e nós só devemos curtir junto.

O que podemos confabular é que esta Madonna seja só uma das personalidades da MadameX, que por aí a frente ainda venham mais novidades. Portanto, vamos esperar pra ver.

Madonna de rainha do pop a plebeia na música

Durante muitos anos Madonna foi considerada A Rainha do Pop. Para muitos, ela foi tida também como rainha da música, por dominar o cenário com seus clipes musicais, vendas de discos e estar sempre no topo nas turnês mundiais ao longo dos últimos 30 anos, sempre dando o que falar e inspirando centenas de novos artistas. Mas há alguns anos atrás este título tem sido disputado e exigido por fanbases que desejam conquistar a coroa e entregar a suas divas preferidas, então hoje fica a questão, Madonna ainda é a soberana rainha do pop?


Desde o início de sua carreira, Madonna chama atenção por sua música, clipes, apresentações, atitudes, militâncias e pela crescente arte ao longos do tempo. Foi por conta dos destaques e relevâncias que indiscutivelmente ela foi aclamada pela mídia durante anos como Rainha do pop e assim seu reinado se manteve inabalável durante anos sob o domínio de hinos como Like A Virgin, Material Girl, Like a Prayer, Vogue e Erotica. Porém, após um momento mais em baixa, quando Madonna lançou o álbum BedTime Stories (1994) e seguido da era Evita (1996), o mundo pensou que a cantora tinha encaretado, então acreditou-se que surgiu uma oportunidade de outra ocupar o trono, foi aí que surgiram uma maré de novos artistas praticamente fabricadas nos moldes Madonna de fazer sucesso.

Em meados dos anos 2000 o pop estava em alta por que diversas novas cantoras estavam dando o melhor de si para se tornar a nova rainha do pop e uma das mais cotadas para tal era a miss american dream, Britney Spears. Porém madonna disse que só ia descansar quando estivesse morta e voltou com tudo no álbum Ray Of Light (1998) batendo recordes e mostrando ao mundo que ainda tinha muito gás para reinar por mais anos. Quando lançou o álbum Music (2000) ela só confirmou mais ainda que era a dona da porra toda.


Ao lançar o polêmico American Life (2003) é que ela se consagrou rainha da música. Só que o álbum era mais maduro do que o pop podia imaginar e ele acabou não cativando novinhos do pop daquela época, que se dispersaram para as cantoras que estavam em alta naquela época: Beyoncé, Christina Aguilera, Jennifer Lopez, Pink, Avril Lavigne... mas ainda assim nenhuma delas afrontava o reino da Madonna. 

O ano de 2003 foi muito importante para Beyoncé! Marca o início de sua carreira solo, fora da girlband Destiny's Child e o lançamento do mega sucesso Crazy In Love que afrontou nas vendas e nos hankings mundo a fora, mas Britney ainda era a mais cotada para o trono do pop. O álbum Britney (2001) trouxe um poder inabalado a Britney que se tornou imbatível com o estrondoso sucesso de Toxic. Beyoncé teria que derrubar sua principal concorrente para conseguir brigar pelo trono, já que Madonna estava em baixa, mas não aconteceu por que Madonna e Britney passaram a jogar do mesmo lado e Britney aceitou o título de Princesa do Pop.


Percebendo que as novatas já estavam se fortalecendo e que iniciava-se uma guerra pelo trono, Madonna deu sua melhor cartada para derrubar as inimigas, ela lançou o melhor álbum pop de sua carreira Confessions On a Dance Floor  (2005) seguido da mega turnê The Confessions Tour (2007) dando um salto muito mais longe e deixando as concorrentes para trás. 

Nos anos seguintes, o hip hop e músicas black tomavam conta do cenário musical e o que Madonna fez? Caminhou para esses lados e trouxe o Hard Candy (2008) na mesma levada, só que o álbum não cativou como deveria e o público se dispersou. Este foi o ano do verdadeiro início da guerra pelo trono, quando uma novata chegou e estremeceu a terra. Lady Gaga veio com tudo e exigiu entrar na batalha pelo trono, mais uma vez que Madonna esteve em baixa.

Lady Gaga foi uma explosão mundial. Em um ano, a mother monster conquistou patamares que Britney Spears e Beyoncé levaram anos para conquistar, incluindo um fandom poderosíssimo que iniciou uma guerra pelo título de rainha do pop. Sentindo-se no mesmo direito, fãs da Britney e Beyoncé não aceitaram que uma novata já chegasse dominando, então littles monsters, beyhives e b-armys iniciaram uma rebelião contra o reino da Madonna e cada um passou a servir suas divas como rainhas do pop. Foi iniciada a Primeira Guerra Mundial do POP.


A tentar retomar o poder, Madonna trouxe o MDNA (2011) como se fosse um sumo do que ela é, mas o álbum não teve tanta força, as rainhas nomeadas pelos fãs estavam cada vez mais poderosas e a principal afrontosa era Lady Gaga com o seu reino sombrio e assustador. Nos anos seguintes, a guerra só se intensificou! Beyoncé assumiu a sua coroa e instituiu um reino no sul com o álbum Beyoncé (2014) e fortaleceu-se mais ainda com o Lemonade (2016). Britney Spears reinou no norte com Femme Fatale (2011). Rihanna criou seu próprio reino nas terras centrais com Anti (2016). Katy Perry surge também com seu castelo de fantasias e reina em Prism (2013), Nicki Minaj, Shakira e Pink também exigem seus castelos.

Madonna até tentou mais uma vez com Rebel Heart (2015) mas além das fortes concorrentes, outras cantoras novatas que conseguiam excelentes resultados em números estavam grandes nesta época e seus fãs também agrediam outrem para dar um reino a suas divas. Foi aí que iniciou a Segunda Guerra Mundia do POP com o surgimento dos reinos da Taylor Swift, Demi Lovato, Ariana Grande, Miley Cyrus e Selena Gomez.


Desde Rebel Heart, Madonna parece não andar mais tão preocupada assim com o seu reinado. Já tem rainha do pop demais da conta. Então, neste novo álbum, Madame X (2019), parece que ela pretende reverter essa imagem pesada para algo mais leve. A sensação que dá é que ela está abdicando do trono para ir curtir a vida e ser feliz, deixando que o resto briguem pelo poder, pelo trono que ela sentou, deitou e rolou durante anos e anos.

A capa de Madame X traz Madonna com uma bandana na cabeça como que fosse uma plebeia. Uma mulher simples, batalhadora, humilde e com uma garra de vencer. É fato que Beyoncé está inabalável, que Lady Gaga é destruidora e que as demais da terceira guerra conseguem atrapalhar o suficiente para afastar a queen Madonna do topo, mas ainda assim, ela continua fazendo e cumprindo com suas obrigações desde o início de sua carreira. 

Madonna se preocupa com o que vai lançar, o que vai dizer, o que vai fazer de diferente do que já fez e do que ninguém mais fez. E isso é a grande diferença dela para as demais. Enquanto Madonna se ocupa em ser original, as demais investem em fazer a mesma coisa que Madonna só que de forma superior. No final das contas até conseguem, mas é aí que mora o erro: falta autenticidade e liberdade de expressão.

Madonna está praticamente uma plebeia na música, devido ao tanto que outras levaram de si tesouros da coroa real... Agora que ela é uma senhora de seus tantos anos, qual vai ser a cartada que as demais vão dar para mostrar algo diferente do que a rainha do pop está fazendo? Britney Spears já não inova há anos, tanto que Britney Jean (2011) e Glory (2016) são praticamente a mesma coisa. Beyoncé trouxe o sumo de si no álbum Beyoncé (2014) e contou história e experiências em Lemonade (2016), mas e aí, agora vai para onde? Ainda cabe a ela fazer algo bem cultural como álbum africano (Grown Woman pede um álbum exclusivo) ou um novo alter ego como o da egípcia Nefertiti, mas a teoria mais quente é que Beyoncé deve se aposentar logo. Lady Gaga por sua vez ainda é a mais cotada, com menos tempo de carreira, ainda tem muito o que fazer pela frente. Ela começou jogando do lado oposto, fazendo o que Madonna nunca fez e por isso se destacou. Agora ela pode usar o efeito Madonna de fazer sucesso que com certeza ela vai ganhar o mundo.


Apesar dos pesares, o que faz de Madonna ainda ser a rainha do pop não é mais os seus feitos ou conquistas, mas sim a relevância que ela ainda possui em principalmente provocar demais cantoras pop que tentam superá-la ano após ano.

Como Madonna está numa certa idade, as possibilidade e fontes de inspiração vão se perdendo com o tempo. De já, é possível até prever o fim do pop daqui há alguns anos após a morte de Madonna. Assim como aconteceu com Michael Jackson. Quem queria ser o novo rei do pop, mudou de direção, já que não tinha mais um reino tão glorioso assim para conquistar. Isso por que quem faz o reino é o rei e não a posição que ele ocupa. Portanto, voltando a Madonna... quem faz o reino do pop ser tão desejado não é o título em si, mas a pessoa que o possui. Madonna é incrível e inspiradora, não podemos negar. Vamos desejar que o pop não se acabe nos próximos 15 anos e que Madonna chegue a idade da Cher fazendo o mesmo ou melhor que a Deusa do POP.  Então, se tem uma coisa que podemos dizer e sempre repetir é: "Vida longa a rainha!"

Sobre o episódio 8x01 de Game Of Thrones

Game Of Thrones está chegando ao fim e o que podemos dizer sobre a melhor série de todos os tempos? Que estamos muito tristes por mais uma etapa que se encerra e em contrapartida, muito ansiosos para ver como tudo vai terminar. Principalmente nesta segunda parte por que a respeito do seriado da HBO, é provável que não haja final feliz.


Este post não vai falar de novidades da última temporada de Game Of Thrones, nem tão pouco explicar a série, até mesmo por que são 8 temporadas de conteúdo denso e profundo, que só assistindo e amando para entender e lembrar de tudo. Aqui vamos falar do que foi mágico no primeiro episódio da oitava temporada, então, pode ter spoiler, mas acho que nada muito além do que você já deve ter visto sobre este episódio 8x01.

A oitava temporada de Game Of Thrones começa mostrando o retorno de Jon Snow a Winterfell trazendo consigo Daenerys, seu exército e dois dragões, que escandalizou e assustou os moradores do Norte.


Nada supera ver Jon Snow montando num dragão. Esta sem dúvidas é a melhor cena deste episódio. Isso por que tivemos também a sensação de voar montado em um dragão. Primeiro por que as cenas favoreceram esta experiência e segundo por que o nosso envolvimento emotivo com o personagem principal fez com que ficássemos emocionados por ele.

Houve muitas controvérsias sobre Jon Snow montar facilmente o dragão de Daenerys. Só que muitos esquecem que não assistimos todos os dias da realidade vivida em Westeros. Nós apreciamos somente uma edição. Então, não dá pra afirmar que foi do dia pra noite que o Jon subiu no dragão e aprendeu a voar. Outro porém também é que existe uma ligação quase que telepática entre Dany e seus filhos.

Com certeza, os dragões entendem o que a mãe deles quer e por isso, permitiu que o nortenho o voasse junto com a targaryen. Mal sabia ela, que os dragões já sentiam o cheiro do sangue de fogo no pobre Jon Snow.


Pena que neste momento a direção não optou tocar a música central de Game Of Thrones. Teria sido mais emocionante e épico ouvir o "Taaan daann, taran-ran, daaam" na hora que Jon Snow voava pelos céus de Winterfel montado em um dos dragões da Daenerys.

Além das dragonices, o episódio 8x01 de Game Of Thrones teve diversos reencontros, como o da família Stark, mostrando o reencontro dos irmãos Jon Snow e Arya Stark, que tiveram um rápido diálogo mas muito importante, principalmente quando ela pede para ele nunca esquecer que ele pertence a família. Sabendo ela que ele não é um Stark e sim um Targaryen.


Outra cena muito boa foi ver Tyrion, Davos e Lorde Verys andando pelo castelo de Winterfell. Logo eles que são uns dos homens mais inteligentes de Game Of Thrones. Juntos, poderiam controlar os sete reinos.


Todo mundo quer saber como será o fim de Game Of Thrones; quais os segredos e revelações do último episódio; quem será o rei dos sete; quem sentará no trono de ferro e governará Westeros e por aí vai, mas observando o primeiro episódio da última temporada podemos perceber que aquele desejo sedento de Daenerys em retomar o poder dos sete reinos vai se perdendo ao passo que ela percebe que o que ela mais precisa é viver e ser feliz ao lado do homem que ama. A cena que eles voam para um lugar que parece um paraíso, só que congelado, anuncia esse possível final.

O autor é tão inteligente que impressiona com o fato de conseguir mexer com nossas emoções e mudar completamente nossas opiniões sobre o que acontece na história da série. Se uma hora amamos determinado personagem, em seguida ele nos faz odiar. E esse domínio que ele tem conosco é fabuloso. Como por exemplo: Sansa fez merda durante toda a série e nós a odiamos, aí ele vem com ela trazendo uma reviravolta na guerra dos bastardos e pronto, já a amamos por toda a vida. Quando chega agora na última temporada de Game Of Thrones, ele nos devolve a Sansa ranzinza e tudo começa de novo.

Outro exemplo é que durante toda a série, queremos a vingança de Daenerys e a retomada do poder, mas o autor sorrateiramente vai nos fazendo gostar do Jon Snow e nos mostrando que ele é merecedor e justo para governar os sete reinos que de repente a gente se vê na posição de estar jogando no TeamSnow. Aí você pode até dizer: "ah, mas Jon e Dany são do mesmo team" e eu respondo, é, mas no trono de ferro só senta uma bunda e agora você quer que seja a branca, lisa e musculosa do Jon Snow.

Conhecendo o autor como achamos que conhecemos, é bem capaz de ele mudar o final da série para Jon Snow e Daenerys derrotarem o Rei da Noite, conseguirem o tal poder, simplesmente largar tudo para ir ser feliz bem longe dali e deixar o resto se matar pelo trono. Isso explicaria também uma das temporadas que fala que a roda do poder nunca para de girar. Uma hora está em cima, no momento seguinte, pode estar em baixo.

Vamos aguardar para ver cenas dos próximos episódio.

Comenta aí o que você mais gostou no primeiro episódio da oitava temporada de Game Of Thrones. Quais são suas expectativas para o episódio 8x02...